Archive for December, 2006

Por que eu odeio o Submarino, a Americanas e o Shoptime

Em agosto de 2005, a Americanas.com anunciou a compra do Shoptime por R$ 126,7 milhões. Em novembro deste ano, decidiu adquirir também o arquirival Submarino, numa operação tratada como fusão das duas empresas. O resultado é um gigante do comércio eletrônico com faturamento anual de R$ 1,6 bilhões, um terço do que movimenta o e-commerce brasileiro. Péssima notícia para nós, consumidores.

Quer saber por quê? Em resumo, porque assim vamos ficando sem opções quando nos decepcionamos com o atendimento de um site, já que acabam sendo todos do mesmo dono e todos igualmente incapazes de tratar bem seus clientes. Vou contar algumas historinhas aqui e convido os colegas do Fórum a contarem as suas também, lá na área dos comentários (update: acabei de ver, nos “assuntos relacionados”, que já há várias reclamações deste tipo aqui no Fórum. Vamos fazê-las ecoar?).

Quem tiver blog ou site pessoal, aproveite para escrever sobre isso e linkar para as outras “histórias de terror”. Lá fora já são famosos os casos de “revoltas” de blogs e comunidades online como a nossa que fizeram empresas maiores que as que citamos aqui reverem suas políticas ou pelo menos sofrerem grandes prejuízos. Quem sabe, se conseguirmos dar visibilidade a esses “casos de descaso”, alguém não toma alguma providência?

Shoptime e Americanas deixam vovó sem presente

Em meados deste mês, minha namorada comprou um presente para sua avó na Americanas.com. O prazo de entrega era de dois dias úteis. No terceiro, ela recebeu não a encomenda, mas um e-mail avisando que “talvez” houvesse um atraso na entrega. Preocupada com a chegada do Natal, ela cancelou o pedido e encomendou o mesmo produto no Shoptime, onde ele tinha “entrega garantida” até a data.

De fato, chegou a tempo, na antevéspera do aniversário de Jesus… mas na cor errada. Uma diferença sutil: era para ser branco, mas veio preto. Ao reclamar, ela ainda teve que ouvir da atendente que era impossível ter comprado a versão branca, pois ela não estava disponível (embora fosse isso que constasse na nota fiscal e no site). Os errados somos sempre nós, consumidores, né?

Acabou que ela deve conseguir trocar, mas terá que esperar dez dias úteis para a retirada do produto errado e outros dez, pela entrega do certo. E pensar que, quando encomendamos algo da Amazon.com e a entrega atrasa muito, por culpa do nosso correio ou da alfândega, a loja virtual americana envia novamente, de graça. Coisa de primeiro mundo.

A incompetência do atendimento do Submarino

Até recentemente, eu achava que o Submarino era a exceção à regra do mau-atendimento. Pelo menos ele não estava entre as dez empresas que mais foram alvo de reclamações na seção de defesa do consumidor do jornal O Globo, onde figuram suas irmãs Americanas.com e Shoptime. Fui descobrir que a nau do e-commerce também merece naufragar da pior forma…

No dia 7 de dezembro decidi comprar uma TV de LCD Samsung que vinha com um gravador de DVD de brinde e muitas milhas Smiles. Recebi a confirmação do Submarino imediatamente, mas devido a um problema com a liberação do limite do meu cartão de crédito (cuja fatura havia sido paga naquela data), o produto só pode ser debitado no dia seguinte, uma sexta-feira.

O prazo de entrega era de três dias úteis, então eu esperava recebê-lo no dia 13, quarta da semana seguinte. Como isso não aconteceu, entrei no site da loja virtual para ver o status do pedido e, por acaso, notei que o preço do produto fora reduzido em R$ 200. Ora, se o preço diminuiu antes mesmo da entrega, que ainda por cima aconteceu fora do prazo (a TV chegou na quinta e teve que passar o dia na garagem, já que não havia ninguém em casa para receber), achei justo ter a diferença reembolsada.

No dia seguinte ao recebimento da TV, enviei dois emails ao Submarino: um pedindo para verificar se o meu número Smiles fora recebido corretamente, já que o site apresentou um erro logo após eu tê-lo informado, e outro falando da redução de preço e solicitando o crédito dos R$ 200. Recebi duas respostas automáticas que prometiam a resposta de verdade em até um dia útil.

No dia 16, chegou à minha caixa postal um só e-mail do Submarino, avisando que o crédito das milhas aconteceria em 30 dias. Sobre o reembolso, não responderam nada. Esperei passar o fim-de-semana para ver se chegava algum e-mail e na terça-feira, dia 19, enviei outra mensagem para lá, igualmente respondida por um e-mail automático que prometia resposta em um dia útil.

Os prazos só valem contra o consumidor

As datas podem parecer preciocismo meu, mas são fundamentais para entender minha indignação. Sei que loja nenhuma tem obrigação de reembolsar diferenças de preço, mas sei também que o Código de Defesa do Consumidor nos dá o direito de nos arrependermos de uma compra realizada fora do estabelecimento (via telefone, correio ou internet) em até sete dias e receber o dinheiro de volta.

Foi isso que argumentei em meus e-mails ao Submarino: se não me devolvessem a diferença, eu poderia simplesmente devolver o produto e comprá-lo novamente pelo preço menor, o que seria muito mais trabalhoso para mim e custoso para eles. O dia em que enviei o segundo e-mail era a véspera do fim deste prazo e, como a esta altura a TV já havia baixado de preço novamente, ficando R$ 600 mais barata que o que eu paguei, eu realmente estava disposto a devolvê-la e comprar de novo.

A única resposta que recebi foi uma mensagem padrão informando os procedimentos de trocas e devoluções. Retruquei no mesmo dia, explicando que não era isso que eu estava perguntando e explicando o caso todo novamente. O problema é que, mais uma vez, o prazo de um dia útil se passou sem que eu recebesse resposta do Submarino. Resultado: quando tentei realizar o procedimento de devolução, meus 7 dias úteis já se haviam esgotado!

No dia 21, enviei outro e-mail citando a mensagem do dia 19 e pedindo que estornassem a diferença ou autorizassem a devolução fora do prazo, já que ele só se havia esgotado porque eles não responderam meus e-mails como prometiam. Recebi outra resposta semi-automática, agora dizendo que precisavam do número do meu pedido para saber do que eu estava falando. Quer dizer que um site como o Submarino não consegue saber quais os meus últimos pedidos pelo meu endereço de e-mail? Ou pela mensagem deles que eu estava respondendo e que continuava citada no pé do e-mail?

Anyway… enviei o maldito número do pedido no mesmo dia 21 e recebi a resposta no dia 24, véspera de natal, dois dias depois do prazo que eles mesmos se dão para responder. Mas não era nenhum presente de Natal… apenas outra resposta semi-automática explicando os procedimentos de troca. Daquelas que o imbecil do telemarketing escolhe da mesma listas que podemos acessar na área de atendimento do site.

Todos idiotas. Os que nos atendem e nós, que continuamos comprando

Imbecil? Pois é, não sou de chamar ninguém assim. Quem me conhece sabe o quanto eu sou tranquilo e custo a me irritar. Mas aquilo tudo me tirou do sério. Escrevi outro e-mail ao Submarino, desta vez “soltando o verbo” contra o serviço de atendimento deles. Expliquei que era a terceira vez que respondiam os meus e-mails (sem contar as respostas automáticas) e não abordavam a questão que me fizera escrever. Peguei pesado mesmo… e ameacei escrever uma coluna sobre o assunto.

Pois adivinhem só? Soltar os cachorros aparentemente teve algum efeito: no dia 27, outra pessoa do Submarino respondeu minha mensagem mostrando que efetivamente tinha lido o que eu escrevi. Explicou que o sistema deles não permitia o estorno da diferença de preço, mas que eu poderia devolver o produto, receber um vale e realizar a compra novamente. E que iria encaminhar meu caso ao setor de trocas e devoluções. Papai Noel chegou atrasado? Comecei a acreditar que sim!

Quem dera… no dia 28, o tal setor de devoluções me enviou um e-mail explicando que analisou meu caso e que, como o pedido fora recebido dia 14, o prazo de devolução estava esgotado. Respondi indignado, dizendo que o meu prazo se esgotou porque o atendimento deles foi incompetente e não respondeu direito aos meus primeiros e-mails, além de ter descumprido todos os prazos que deu, da entrega do produto à resposta das mensagens. Prazo não podia ser argumento para nada, podia?

Não sei qual será o próximo capítulo desta história ou se ela terá final feliz ou triste, mas prometo contá-lo aqui. Provavelmente, com todos os e-mails deles documentados, se eu buscar meus direitos na Justiça, num desses Juizados Especiais (ex-Pequenas Causas), ganharei a causa e, quem sabe, até uma indenização por danos morais. O problema é que, para fazer isso, terei que gastar dinheiro com advogado ou, na melhor das hipóteses, um tempo que eu não tenho.

Se você não quer sofrer tudo isso, melhor passar longe desses nossos expoentes (e agora monopolistas) do comércio eletrônico. Ou torcer para a Amazon vir logo para cá e comprar (ou, melhor ainda, levar à falência) esse bando de amadores…

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição - Uso Não Comercial - Não a obras derivadas 2.0

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Quantas fotos você tirou este ano?

De acordo com a varredura que o Kodak EasyShare realizou esta semana no meu computador, eu tenho exatas 61.279 fotos digitais arquivadas. Destas, 11.213 foram tiradas em 2006. Parece muito, mas nem é. Em 2005, foram 13.706. Em 2004, 14.621! Tantas, e tão difíceis de administrar, que no final do ano uma das minhas resoluções de ano novo foi tirar menos fotos. A julgar pelos números de 2006, consegui!

Leia a coluna completa no WNews

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Kodak C360: popular verde e amarela

Uma avaliação da Kodak C360 poderia começar mencionando seus 5 megapixels de resolução ou os 3X de zoom proporcionados pela lente Retinar asférica equivalente a uma 34-102mm, com abertura máxima de f/2.7-4.6. Só que pelo menos para nós, desta vez, mais interessantes do que as especificações estampadas naqueles adesivos na frente da câmera, são duas palavrinhas gravadas em seu lado de baixo, junto ao número de série: “Indústria Brasileira”.Exatamente: a popular se destaca por ser a primeira digital “made in Brazil” da história da Kodak, que apesar de ter inaugurado sua primeira fábrica no país há mais de oitenta anos, tem a tradição de produzir todas as suas câmeras digitais na China. A C360, a partir de meados de 2006, tornou-se a primeira (de muitas, espera-se) exceção – o que ajudou a derrubar seu preço dos R$ 1,3 mil para R$ 899!

Leia o teste completo no WNews

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Japoneses revelam quem mais compra câmeras digitais

A turma dos olhos puxados tem fama de fotografar muito, mas aparece em quarto lugar no ranking dos maiores consumidores de câmeras produzidas no Japão. Segundo o último relatório da CIPA, associação japonesa que reúne quase todos os maiores fabricantes de câmeras (afinal, são poucos os não-japoneses nesta categoria), a Terra do Sol Nascente responde por 12% das vendas de janeiro a setembro deste ano.

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Linksys Travel Router WTR54GS: rede sem fio para viagem

Há cerca de um ano, testamos uma linha completa de produtos Wi-Fi, inclusive um access-point 802.11g daqueles mais tradicionais, com duas anteninhas. Agora, para fazer par com o novo notebook nas viagens de trabalho, fomos atrás de uma solução mais compacta: o “Travel Router” WTR54GS, da mesma Linksys.O pequeno roteador deve ter um quarto do tamanho dos tradicionais e vem num simpático estojinho preto, junto com um cabo de rede de perfil chato que fica todo enrolado, ocupando pouco espaço. Embora seja um pouco maior que produtos concorrentes, ele tem vantagem de não usar adaptador de força externo, pois um botão deslizante faz surgir os pinos que permitem ligá-lo direto na tomada. O lado ruim é que isso quase sempre nos obriga a deixá-lo debaixo da mesa.

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Oito coisas que o Google faz e pouca gente sabe

No final do ano passado, publiquei em outro site um tutorial ensinando a usar melhor o Google. Para o público do Fórum PCs, a maior parte do que escrevi naquele guia é mais velha do que o www. No entanto, como tenho notado que algumas daquelas dicas e outras que chegaram ao meu conhecimento depois ainda são novidade para muita gente, achei que valeria à pena compartilhar as melhores aqui também.

O Google é uma calculadora

Experimente escrever “1+1″ (sem as aspas) lá no campo de busca. O primeiro resultado da pesquisa será “1+1=2″. Isso a calculadora do Windows também faz, né? Então tente buscar por “3rd root of 216″. A resposta é 6, a raiz cúbica de 216. E que tal buscar por “5!”. Cinco fatorial dá 120. Gostou?

O Google é um conversor de medidas

A quantas milha equivalem 100km? Busque por “100km to miles” Resultado? 62,1371192 milhas. Gostou da precisão? É até menor do que a do número que o Google retorna se buscarmos por “pi”: 3,14159265. A mesma lógica vale para pesos (ounces to kilos, por exemplo), volumes (gallons to liters), temperaturas (celsius to fahrenheit) etc. Para quem gosta de cozinhar, o Google converte até xícaras em colheres de sopa (cups to tablespoons)

O Google é um conversor de moedas

A mecânica é a mesma das unidades de medida, mas o legal aqui é que as cotações são dinâmicas. Procure por 250 USD to BRL (abreviatura de Brazilian Real) para saber o preço de tabela do Nintendo Wii em reais: pouco mais de R$ 536, quatro vezes menos do que custa aqui. E você nem precisa saber o nome da moeda: “100 euros to korean money” retorna “121.241,084 South Korean Won”, o valor de 100 euros em wons coreanos.

O Google sabe onde estão suas compras

Encomendou um produto qualquer num site de e-commerce americano e mandou entregar por FedEx, UPS ou USPS? Busque pelo código de tracking da encomenda que o Google fornece o link direto para o resultado do rastreamento. Bem que podiam colocar links para os objetos enviados pelo nosso Sedex, também!

O Google é um guia para viajantes

Estas funções são mais úteis para quem mora nos Estados Unidos, mas podem servir para qualquer um que viage para lá. O buscador dá a previsão do tempo em cidades americanas (procure por “weather las vegas”, por exemplo) e aeroportos (experimente buscar “jfk airport”), além de encontrar links diretos para o status de vôos (busque “UA988″ para ver onde está o vôo da United Airlines).

O Google é um guia de entretenimento

Também é especialmente útil apenas nos EUA, mas não dá para não citar. Procure por “movies Rocky Balboa” para encontrar informações básicas, links para o trailer, avaliações e uma caixa de busca de horários e salas de cinema (de lá). Se o assunto é música, basta buscar pelo nome do artista para ver a lista das principais obras.

O Google é um dicionário e glossário

Pena que só funciona em inglês… Experimente buscar por “what is” seguido de uma palavra qualquer. Ou, para uma definição mais formal, procure por “definition:” seguido da palavra em questão. Ele sabe até a resposta para o significado da vida e do universo (segundo o Guia do Mochileiro das Galáxias). Busque por “what is the answer to life the universe and everything” para conferir…

O Google é uma lista telefônica

Esta eu só descobri semana passada. Se você buscar pelo nome de uma pessoa ou empresa que possua endereço nos Estados Unidos, explicitando o estado, cidade ou CEP, o resultado será o endereço dela. Quer ver? Procure por “Microsoft, Redmond” para ver três endereços da empresa de Bill Gates, com telefone e tudo. Procurar por Bill Gates, infelizmente, só retorna os dados de sua fundação beneficente. O mais impressionante deste recurso, porém, é a busca reversa: procure pelo número de algum conhecido nos EUA… se ele não tiver pedido para remover seus dados do banco, você verá o nome e endereço, com mapa e tudo, do sujeito. Privacidade, zero. Não é à toa que tanta gente tem medo do Google!

Conhece mais algum desses “segredos” do Google? Conte pra gente lá nos comentários!

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição - Uso Não Comercial - Não a obras derivadas 2.0

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Natal é hora de nos atualizarmos

Escrever uma coluna de fim de ano poderia ser algo simples. Eu poderia fazer como em maio, quando o WNews comemorou seu primeiro aniversário, e publicar uma breve restrospectiva dos assuntos já abordados. Ou repetir a fórmula de dezembro de 2005, quando juntei os conceitos previamente mencionados para ajudar o leitor a escolher uma boa câmera para pedir ao Papai Noel. Pena que ambos já foram feitos.

Leia a coluna completa no WNews

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Creative Zen Vision: cinema de bolso

Você já reparou como os preços dos reprodutores de MP3 mais simples vêm caindo vertiginosamente? Pois agora que todo o mundo pode ter um, os novos sonhos de consumo na área do entretenimento portátil são os PVPs, ou Personal Video Players (não confundir com os PVRs, categoria de videocassete digital da qual o Tivo é o representante mais famoso). Isso mesmo: tocadores de vídeo portáteis.

Tecnicamente, um PVP é pouco mais que um MP3 player com tela de qualidade suficiente para exibir um filme – e como tal, mantém a capacidade de tocar músicas. Daí o iPod ter migrado de uma categoria para a outra com a chegada de uma nova versão, virando iPod Vídeo, e o curioso iBall, da GeIL, avaliado aqui no ano passado, se autoproclamar um player de vídeo só porque tem um OLED de uma polegada.

Até o videogame portátil PSP, da Sony, poderia ser considerado um PVP, mas não é muito prático como tal devido às suas limitações de armazenamento: ou se compram filmes em disquinhos UMD, ou haja cartão de memória para comportar vídeos que ocupam meio gigabyte cada. Para ser um bom tocador de vídeo portátil, é preciso esbanjar capacidade – o que geralmente se resolve com um mini HD embutido.

É o caso do objeto deste teste: o Zen Vision, da Creative Labs, um player equipado com um disco rígido de 30 GB capaz de armazenar dezenas de filmes e milhares de músicas, além de ser um excelente acessório para os aficionados por fotografia digital, já que possui um leitor de cartões CompactFlash que permite baixar as fotos da câmera para o HD, sem usar um computador. Ah, o Vision também funciona como álbum digital.

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O que é a Web 2.0

Desta vez não vou tentar resumir o que é a Web 2.0 como fiz há mais de um ano na coluna do Fórum PCs. Vou deixar o próprio Tim O’Reilly fazê-lo. O PDF abaixo é a tradução do artigo original de Tim, cortesia da tradutora oficial deste blog, Miriam Medeiros. Agradecimentos (e serviços de tradução) por aqui.

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Hello world! Again.

OK, é vergonhoso ter abandonado meu blog (o terceiro, diga-se) por quase um ano e meio, mas o vai-e-vem profissional e a preguiça de postar assim determinaram. Now I’m back (not from outer space), espero, em definitivo. Com nova casa e nova proposta: além de continuar discutindo a revolução pela qual passa o mundo da comunicação, pretendo usar este espaço para agregar links para meus escritos publicados alhures (assim, pelo menos a atualização regular está garantida) e me embrenhar um pouco mais no tema gadgets e afins, uma paixão pessoal.

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