Sony Cybershot T9: tamanho não é documento

February 28, 2007 on 7:50 pm | In fotografia, fotografia-digital, review, teste, wnews | No Comments

Com a redução do ritmo de aumento da resolução depois que as câmeras de 5 a 8 megapixels viraram lugar comum, um dos segmentos que mais vem crescendo na fotografia digital é o das ultracompactas – aquelas câmeras tão pequenas que cabem no bolso de uma camisa. Não basta mais ter uma câmera de ótima resolução – é preciso que ela seja fininha, sexy, quase uma jóia.

Nikon Coolpix S1 que testamos no ano passado e suas sucessoras S2 e S3 são bons exemplos dessa tendência, mas, em 2006, o recurso que separa os modelos comuns dos sonhos de consumo é a estabilização de imagem. Falamos disso na avaliação da Canon S1-IS e na coluna Tecnologia contra mãos trêmulas, em que explicamos que o “IS”, “VR”, “Antishake” ou coisa parecida consiste em mover um elemento da lente ou o próprio sensor para compensar movimentos involuntários do fotógrafo.

Só que, à exceção da pioneira e moribunda Minolta, todos os fabricantes têm se limitado a colocar o “IS” em grandalhonas câmeras com superzoom (mais de 5X). É onde faz mais sentido, devido à grande distância focal multiplicar o efeito das tremidas, mas as ultracompactas com flashes fraquinhos e também muito sujeitas a tremidas por serem tão leves bem podem se beneficiar da estabilização.

É justamente aí que entra a Cybershot T9, pequena notável da Sony que, além dos 6 megapixels e corpo metálico com design de primeira, traz o cobiçado estabilizador de imagem para o território das ultracompactas. Compacta mesmo: a T9 mede 9 x 5,5 x 2,1 cm, mas as pontas inclinadas a fazem parecer até mais fina – tudo sem abrir mão de um confortável LCD de 2,5 polegadas e 230 mil pixels de resolução.

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Chega a vez da Nikon mostrar suas novidades

February 23, 2007 on 2:33 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, gadgets, viagem, wnews | No Comments

O ritmo de lançamentos de 2007 está mais acelerado do que nunca. Nas últimas semanas, já comentamos mais de 20 produtos recém anunciados. Foram 10 novidades da Panasonic, sete da Olympus e seis e meia da Samsung. Hoje falaremos dos oito novos modelos anunciados pela Nikon nos últimos dias e, na semana que vem, dos lançamentos da Canon.

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Griffin iTrip: Transforme seu PSP num rádio portátil

February 21, 2007 on 11:13 am | In gadgets, games, review, teste, wireless, wnews | No Comments

Quando avaliamos o PSP, videogame portátil da Sony, há alguns meses, exaltamos sua capacidade de reproduzir arquivos multimídia, como músicas e vídeos. O belo LCD widescreen exibe filmes com ótima qualidade e, com um cartão de memória de bom tamanho, o PSP se transforma em um competente MP3 player. Em resumo, vira uma estação de entretenimento completa, excelente companheira de viagem.

Isso só deixa de ser verdade se a viagem em questão for de carro e você for sensato o suficiente para não dirigir usando os fones de ouvido do PSP. Neste caso, o ideal é recorrer a um acessório que transmita o som do portátil para o rádio do carro. Para iPods existem diversas opções – sem falar que muitos carros agora já vem preparados para “conversar” com o player da Apple . Para o PSP, só um produto se destaca: o iTrip.

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Samsung lança câmeras para todos os gostos

February 16, 2007 on 2:39 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, wnews | No Comments

Semana retrasada escrevemos sobre as 10 novidades que a Panasonic já anunciou este ano. Na coluna anterior, o assunto tinha sido os sete lançamentos da Olympus. Agora é a vez da Samsung, com seis novos modelos e meio. Meio? Sim, pois a NV3, uma ultracompacta com MP3 player originalmente apresentada em meados do ano passado, só ganhou novos acabamentos.

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Microsoft Streets & Trips 2006: não vá se perder por aí

February 14, 2007 on 12:40 pm | In GPS, georeferenciamento, review, teste, viagem, wnews | No Comments

Buscar mapas de endereços desconhecidos na Internet para facilitar a localização de um destino no mundo real já deixou de ser novidade há muito tempo. Mas, se você é adepto desse tipo de serviço, quantas vezes já saiu de casa com o mapinha impresso apenas para se ver perdido em uma rua que não aparece nele ou passar do ponto indicado e não fazer idéia de como retornar? Bem melhor seria ter a ferramenta sempre à mão, não é?

Isso já é possível em PDAs e alguns celulares há tempos, além de ser a especialidade daqueles aparelhos de GPS de painel que equipam automóveis topo-de-linha e que começam a chegar ao Brasil. Para quem tem um notebook, porém, a opção mais econômica e robusta pode ser um software como o Microsoft Streets&Trips, vendido lá fora por um pouco menos de US$ 40.

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Armadura e camuflagem para sua reflex digital

February 9, 2007 on 2:52 pm | In ces, colunas, fotografia, fotografia-digital, gadgets, viagem, wnews | No Comments

Há cerca de um mês, enquanto esperava o início de uma palestra que eu queria fotografar no Consumer Electronics Show, descobri um fato trágico: minha lente mais cara, com pouco menos de um ano de uso, estava descascando na lateral! OK, não é tão trágico assim, mas, na hora, me deixou muito chateado. Ela não deveria ser uma lente profissional, de construção mais resistente que os modelos de plástico, baratinhos?

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Canon S3-IS: a maturidade de uma superzoom

February 7, 2007 on 12:42 pm | In fotografia, fotografia-digital, review, teste, wnews | 2 Comments

Depois dos sucessos S1 e S2, a Canon lançou o que muitos aguardavam: a S3-IS. Quem já teve contato com as antecessoras sabe que se tratam de excelentes câmeras, com muitas qualidades e pouquíssimos problemas a serem apontados. Por alto, ela é uma câmera digital amadora (se é que alguém tem a audácia de chamá-la assim), com 6MP, zoom ótico de 12X e, senão o melhor, um dos melhores estabilizadores de imagem (daí o “IS”, de Image Stabilizer), essencial na aproximação máxima. Utiliza apenas cartão SD e vem com um irrisório cartão de 16MB na caixa.

Houve poucas mudanças em relação ao modelo anterior, o que pode ter deixado alguns fãs frustrados, mas, desde a S1 que avaliamos no ano passado, a evolução é expressiva. Seu tamanho não mudou nada: não chega a ser grande como uma reflex, mas é inviável levá-la no bolso. O design é bastante ergonômico, mas o iluminador de auxílio do foco (verde, algo um tanto inusitado) está no meio do caminho para quem segura a máquina com as duas mãos.

Uma mudança que agradou bastante foi o visor LCD, que aumentou novamente, passando a medir 2 polegadas. Além disso, manteve a característica de girar e virar para o outro lado, o que facilita na hora de tirar auto-retratos. Para visualizar as fotos em dias muito claros, já que o visor LCD pode ser difícil de enxergar nessas condições, apela-se para o EVF – já que nenhuma superzoom consegue oferecer visor ótico. A S3, diferente das anteriores, é fabricada apenas na cor preta, ficando com um aspecto muito mais profissional e, por que não, confiável.

Ela usa quatro pilhas AA e, ao longo do nosso teste , no qual tiramos mais de 1 GB de fotos, além de explorar os recursos e fazer vídeos, a bateria ainda não deu sinal de estar no fim. No entanto, a Canon poderia ter colocado pilhas recarregáveis e um carregador ao invés de alcalinas comuns para acompanhar a câmera. Como dito em uma de nossas colunas, a vantagem das pilhas é que, sendo recarregáveis, são econômicas como uma bateria, mas versáteis o suficiente para permitir que você as substitua em qualquer lugar, bastando comprar pilhas novas.

Amadora era a sua vovozinha!

A Canon PowerShot S3 IS, apesar de todas as suas qualidades, é classificada como amadora, pois sua construção ainda é em plástico e falta uma sapata de flash, entre outras coisas. Ok, ela também não pode trocar de lente, como as reflex, mas a que possui resolve a grande maioria das situações. É clara (f/.2,7 a 3,5), tem zoom ótico de 12X (equivalente a 36-432mm) e um estabilizador excelente, que possibilita a utilização de todo esse potencial). A grande angular, sem os 28mm de outros modelos, deixa um pouco a desejar, mas sempre se pode comprar o conversor grande-angular e, ainda, o tele, dando à câmera ainda mais versatilidade.

Além da excelente lente, a S3 possui diversos comandos manuais, com acesso rápido e fácil e, o melhor, mostra o resultado no visor LCD durante a mudança. Com um simples toque num botão, alterna-se entre todos os ISOs possíveis, entre 80 e 800, passando pelo automático e o automático alto, que força a câmera a utilizar um ISO mais alto do que o que seria utilizado na função automática. Ainda possui um botão que pode ser personalizado para acesso rápido a outra configuração. Nos modos manuais, o botão direcional altera a abertura e a velocidade.

Quer mais profissionalismo? O flash também pode ser ajustado às suas necessidades, tem uma graduação para os modos automáticos e outra graduação para os modos manuais. Estão disponíveis, ainda, o modo close-up/macro, para tirar fotos de perto, e o modo supermacro, para fotos ainda mais perto. Nesse último, não existe distância mínima. Só cuidado para não se empolgar com a superfoto que você vai tirar e acabar destruindo a lente de sua querida câmera no objeto. É sério, com essa possibilidade de aproximação, a gente acaba se distraindo e batendo com a lente no objeto fotografado.

Vídeoamador, sim, senhor!

Tudo bem, você é mesmo um fotógrafo amador e tudo que você quer é se divertir com sua câmera, tirar foto da namorada, dos filhos e netos? Sem problemas, você vai adorar essa câmera. Além de poder ser toda automática, ela é também uma filmadora que faz vídeos de excelente qualidade (resolução máxima é 640X480 a 30 quadros por segundo e tamanho limitado a 1GB) – lembrando que, quanto maior a qualidade, maior o espaço gasto para armazenar as informações.

A preocupação com os vídeos fica evidente até na interface: a S3-IS possui um botão de acesso rápido aos filmes, com o conhecido aspecto do botão de “rec”. Esteja em qualquer modo, basta apertar a bolinha vermelha para começar a gravar seus filmes. Detalhe: tem microfone estéreo, assim como o som para a reprodução. E não pára por aí: ainda é possível editar os filmes na própria câmera, cortando parte do início ou do final do vídeo.

Mas se tudo o que você quer é brincar com as fotos… não seja por isso. Achamos o máximo dois recursos dessa câmera. Em um deles, chamado “acentuação de cor”, o fotógrafo escolhe uma cor na cena que vai fotografar para destacá-la. Todo o resto sai preto e branco e apenas a cor escolhida sai colorida. O outro é o “troca de cores”. Se você vai fotografar um carro verde, mas queria que ele fosse amarelo, basta selecionar a cor verde do carro, a cor amarela desejada e fotografar. Tudo o que for verde sai amarelo na foto. Funciona até para vídeos.

Para finalizar, não podemos deixar de citar um recurso interessantíssimo, que pode ser útil a amadores e profissionais. A câmera tem timer programável, também chamado de intervalômetro. Ou seja, é possível programar que ela tire 5 fotos com intervalos de 20 segundos entre cada uma (para a família toda mudar de posição e ter uma foto totalmente diferente) e, ainda, pode-se programar, por exemplo, que ela tire duas fotos a cada hora, ótimo para acompanhar o desabrochar de uma flor, ou a trajetória da lua. Coisa que poucas profissionais oferecem.Teste publicado originalmente no WNews


Panasonic mostra suas armas em câmeras digitais

February 2, 2007 on 2:39 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, gadgets, wnews | No Comments

Semana passada falamos das novidades anunciadas pela Olympus. Agora, a praticamente um mês da feira anual da Photo Marketing Association (PMA), quando todos os fabricantes devem terminar de apresentar suas armas para 2007, é a vez da Panasonic dar um banho de loja em sua coleção de digitais. Foram anunciados, nesta quarta, um exagerado total de dez modelos – três a mais que a nova linha da Olympus.

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Kill-a-Watt: desligue (ou pelo menos conheça) o desperdício

February 1, 2007 on 12:44 pm | In energia, gadgets, review, teste, wnews | No Comments

O período crítico de falta de energia elétrica e quotas de consumo pode ter ficado para trás, mas ninguém gosta de pagar uma fortuna de conta de luz sem nem saber por que anda gastando tanto. Seja por economia, seja por consciência ecológica, entender para onde estão indo todos os kilowatts-hora que a companhia elétrica diz que você gasta é o primeiro passo para otimizar seus gastos.

É aí que entra em cena o Kill-a-Watt, da americana P3 International. Vendido lá fora por aproximadamente US$ 30, o produto cujo nome significa “Mate um watt” se pareceria com um grande adaptador elétrico, daqueles usados como “fonte” em tantos aparelhos eletrônicos, não fosse pela cor cinza-computador e a presença de uma série de elementos extras em sua face superior.

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