O que o Shrek tem a ver com fotografia?
March 30, 2007 on 2:17 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, viagem, wnews | No CommentsComo se não bastassem as oito colunas dedicadas à boa parte das 80 câmeras digitais apresentadas no evento anual da Photo Marketing Association International (PMA), cujo balanço publicamos na semana passada, hoje vamos, finalmente, comentar uma novidade mais específica anunciada lá em Las Vegas, precisamente nos keynotes executivos realizados do dia 8 de março.
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Canon Powershot A610: para aprender sem compromisso
March 28, 2007 on 3:06 pm | In fotografia, fotografia-digital, review, teste, wnews | No CommentsA maioria das câmeras testadas aqui se enquadra em uma de três definições: ultracompactas estilosas, superzooms avançadas e populares básicas. Na primeira categoria, podemos citar como exemplos a velha Canon S500, a minimalista Nikon S1, as supreeendentes HP R707 e R818 e a linda Kodak V610 de duas lentes. Na segunda, Canon Pro1, S1-IS e S3-IS são bons exemplos, ainda que de uma única marca. Entre as populares, a brasileira Kodak C360 é um dos poucos exemplos que já passaram por aqui, já que este segmento não rende bons testes.
A câmera da vez, entretanto, não se encaixa em nenhum desses segmentos. Herdeira da A95 e prima-irmã da A620 (essencialmente a mesma câmera, mas com 2 megapixels a mais), a Canon Powershot A610 está no topo da penúltima geração de compactas amadoras da marca. Não é uma daquelas belezinhas que cabem no bolso da camisa, não tem a lente avantajada das superzoom nem preço ou (falta de) recursos para ser chamada de popular. É uma câmera média em quase todos os aspectos.
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Balanço e tendências da PMA 2007
March 23, 2007 on 2:19 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, gadgets, mercado, viagem, wnews | No CommentsEsta coluna, quem diria, é a oitava dedicada às novidades da feira da Photo Marketing Association International. PMA, para os íntimos, coisa que todos os leitores do WNews agora devem ser :-) Já escrevemos sobre novidades da Canon, HP, Nikon, Olympus, Panasonic, Samsung e Sony, mas ficamos devendo um panorama geral do evento, realizado este mês, em Las Vegas.
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Sansa C240: MP3 player básico e barato
March 21, 2007 on 7:38 pm | In gadgets, review, teste, wnews | No CommentsEle não tem o mesmo glamour dos rivais da Apple , mas ganha deles em alguns outros quesitos. Para começar, é bem mais barato: o Sansa C240 que testamos, com 1 GB de memória, custa lá fora os mesmos US$ 80 do iPod Shuffle dessa capacidade, que nem tela tem, e 20% menos que os US$ 100 do iPod Nano, também de 1 GB. Não é à toa que, até o lançamento do Zune, empurrado por toda a força do marketing da Microsoft, a Sandisk ocupava um honroso segundo lugar no mercado de tocadores de MP3.
Se compararmos os modelos de 2GB, então, a diferença aumenta para 50%: o Sansa C250 custa US$ 100, contra uns US$ 150 do Nano. Entre as justificativas para esse contraste, certamente está o perfil da Sandisk: como maior fornecedora de memória flash do mundo, é natural que ela pague menos pelos chips que armazenam as músicas em um MP3 player do que qualquer outra empresa.
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A estratégia da HP
March 16, 2007 on 2:24 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, gadgets, viagem, wnews | No CommentsCompletando nossa cobertura das novidades do evento anual da Photo Marketing Association (PMA), que já teve colunas dedicadas a Canon, Nikon, Olympus, Panasonic, Samsung e Sony, chegou a vez de falar da HP, que anunciou em Las Vegas, na semana passada, três novos modelos de sua linha Photosmart. Só três? Perto das concorrentes, que chegaram a mostrar 10 câmeras cada, é pouco.
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Xmod: Sua música. Bem Melhor
March 14, 2007 on 7:42 pm | In gadgets, review, teste, wnews | No CommentsQuem acompanha as avaliações aqui do Ponto de Teste sabe que já avaliamos dezenas de câmeras digitais, uma dúzia de MP3 players, um monte de celulares, equipamentos Wi-Fi e ínumeros outros apetrechos tecnológicos. Em mais de um ano de testes, no entanto, nunca havia passado pela nossa mão nada como o Xmod, um dos integrantes da nova linha X-Fi (que significa eXtreme Fidelity), da Creative.
Nosso primeiro contato com o produto foi numa revista especializada americana. O slogan “Sua música. Bem melhor” chamou a atenção e nos convenceu a ler a descrição desse belo gadget branco-ipod, com laterais arredondadas e um avantajado controle prateado. Definido como um “módulo X-Fi para PC & Mac”, o Xmod promete “detalhes aprimorados e som rico e dinâmico”, além de “som surround verdadeiramente surpreendente”. Soa (com o perdão do trocadilho) bem, mas será verdade?
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Desmanche de notebooks é um bom negócio?
March 9, 2007 on 3:07 pm | In colunas, consumidor, forumpcs, hardware, mercado | No CommentsJá escrevi aqui sobre a decisão de comprar meu primeiro notebook, do momento em que ele virou (ainda que por acidente) meu computador principal e do desktop que acabou retomando-lhe o título. Depois que recebi um outro portátil para usar no trabalho, o Compaq ficou encostado por alguns meses até que eu decidisse vendê-lo. Anunciei aqui nos Classificados e no Mercado Livre, mas acabei fechando com um colega de trabalho.
Como Murphy não falha, não é que um mês depois de terminada a garantia da loja onde comprei o note, o dito cujo parou de funcionar? Como eu sempre me responsabilizo pelos usados que vendo, peguei o note de volta para tentar consertar ou devolver o dinheiro do (agora infeliz) comprador. Embora não a tivesse comprado lá, deixei a máquina na NotebookOne, cujo laboratório é referência em manutenção de portáteis.
Em pouco tempo fiquei sabendo que o problema está no controlador de energia, um componente da placa-mãe que, infelizmente, não é vendido separadamente. O jeito é trocar a placa inteira! Ainda não recebi o orçamento definitivo, pois o fornecedor não tem a placa em estoque, mas já andei pesquisando na web é vi que ela custa, lá fora, em torno de US$ 300. No Mercado Livre, há quem venda modelos equivalentes por R$ 800.
Se a NotebookOne conseguir a peça a um preço razoável, vou autorizar o conserto para devolver o notebook ao amigo que, apesar de tudo, ainda prefere ter a máquina a receber o dinheiro de volta. Mas, se não fosse por ele, talvez fosse mais vantajoso esquartejar o notebook e o vender aos pedaços, quase como fiz com o penúltimo desktop. É trabalhoso e pode demorar para arranjar comprador para tudo, mas pelos preços que achei na internet, poderia render até mais do que os R$ 3 mil pelos quais vendi o note.
Duvida? Então, vamos às contas, começando pelos itens não-originais em que investi para melhorar o desempenho do notebook e que, portanto, devem ser os mais fáceis de passar adiante. Meu precioso HD de 100 GB e 7200 RPM vale uns R$ 350 (há seis meses vendi outro semelhante aqui nos Classificados por R$ 400). Os dois módulos de memória DDR de 1 GB devem render uns R$ 300 cada.
Em seguida, tentaria me desfazer dos itens que pessoas comuns podem comprar e usar em seus notes sem precisa abri-lo. A fonte, que serve para diversos modelos da HP/Compaq, deve valer R$ 100. A bateria de 6 células, apesar de usada, também deve ter boa procura, já que é difícil encontrar uma nova, original, aqui no Brasil. Se conseguir R$ 200 por ela, completo R$ 1.300 – só com as coisas relativamente fáceis de vender.
Do que sobra, acho que a tela de 14 polegadas é o componente mais caro e que deve ser mais procurada. Os vendedores do Mercado Livre pedem R$ 550 por ela. Eu tentaria vender por R$ 400. O drive de DVD-RW Dual Layer pelo qual tive que brigar com a loja também não deve ser difícil de vender… por uns R$ 250, quem sabe? Isso me levaria aos R$ 1.950. E ainda falta coisa….
Dá para acreditar que o cabo que conecta a placa mãe à tela vale R$ 150 e o teclado, R$ 300? É o que pedem no Mercado Livre. Ironicamente, parece valer mais que o processador, um Turion64 ML28 que só vi mencionado como brinde para quem comprasse uma placa-mãe de notebook. Mas o cooler dele até que vale alguma coisa: R$ 100, ainda segundo os vendedores do ex-site de leilões
Se a minha placa mãe estivesse funcionando, poderia tentar vendê-la para outra vítima de um defeito como o que me atingiu pelos tais R$ 800 que eu provavelmente terei que pagar para ressuscitar o meu notebook. E restaria apenas o que chamam de “carcaça” do notebook, o conjunto de chassis e acabamentos externos avaliado em R$ 300. Eu ainda acho que seria justo poder vender a licença do Windows XP (tem um cara vendendo os CDs de restauração e manuais por R$ 200), mas quando levantei essa possiblidade da última vez, disseram que isso é considerado pirataria.
Fizeram as contas? Se eu realmente conseguisse os valores listados acima (todos baseados em preços do Mercado Livre), somaria R$ 2.800 em vendas. Caso a placa-mãe estivesse funcionando, seriam R$ 3.600. 20% a mais que os R$ 3 mil pelos quais eu vendi o note inteiro. Será, então, que trabalhar com desmanche de notebooks pode ser um bom negócio? A julgar pelo número de pessoas vendendo peças para eles no Mercado Livre, dá para acreditar que sim…
Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0
Novas câmeras, direto de Las Vegas
March 9, 2007 on 2:41 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, viagem, wnews | No CommentsNos últimos dois meses, antecipamos antecipamos 37 lançamentos que cinco grandes fabricantes de câmeras estavam para exibir na PMA, o evento anual da Photo Marketing Association International. Das novidades que já haviam sido anunciadas nas semanas anteriores à feira por marcas populares no Brasil, praticamente só faltou falar dos produtos da Sony, que prometi abordar esta semana, e da HP, de que falaremos na semana que vem.
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Nikon Coolpix S4: uma câmera com jogo de cintura
March 7, 2007 on 7:44 pm | In fotografia, fotografia-digital, review, teste, wnews | No CommentsLá nos idos do ano 2000, quando as câmeras de 2 megapixels eram topo-de-linha, a Nikon inaugurou um dos primeiros desenhos que se valiam da maior flexibilidade das digitais em relação aos modelos de filme. Com a saudosa Coolpix 900, a marca japonesa inaugurou uma linhagem de câmeras “swivel-body” que continuaria com as sucessoras 950, 990, 995 e 4500, sem falar nas primas amadoras 2500 e SQ.
Todas elas se caracterizavam por ter o corpo dividido ao meio e um eixo unindo as duas metades, de modo que elas pudessem girar para frente e para trás. Na metade esquerda fica a lente, o flash e em alguns modelos, até o visor ótico. Na metade direita, o LCD e os controles. As vantagens dessa construção são duas: torna-se possível fotografar de ângulos complicados – do nível do chão ou de cima da cabeça – sem tirar o olho do LCD e o fabricante consegue usar uma lente mais comprida sem engordar a câmera.
Foi este último ponto que permitiu que as clássicas 9XX tivessem 3X de zoom e ainda coubessem no bolso (na posição “fechada”, claro), numa época em que ainda não existiam as soluções óticas, como as lentes “dobradas”, que hoje permitem esse nível de zoom em modelos ultracompactos como a Nikon S1 ou a Sony T9. E que, agora, viabilizou os 10X de zoom da diminuta Coolpix S4, objeto desta avaliação!
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Canon apresenta câmera híbrida e outras novidades
March 2, 2007 on 2:21 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, viagem, wnews | No CommentsContinua a contagem regressiva para o evento anual da Photo Marketing Association International (PMA), que começa semana que vem. Depois de anteciparmos mais de 30 lançamentos da Nikon, Panasonic, Olympus e Samsung e antes de embarcarmos para Las Vegas para conhecer as novidades ao vivo, é hora de mostrar o que a Canon já anunciou que exibirá na feira. Depois, será a vez da Sony.
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