Archive for May, 2007

A tecnologia por trás do StreetView

Retificando a informação do post de ontem, sobre o novo recurso do GoogleMaps: não foram (apenas) vans que rodaram pelas cidades mapeadas fotografando as ruas para o StreetView. Também foram usados New Beetles como o da foto abaixo, retirada do blog PR. Differently. Obra da agência de Relações Públicas da Immersive Media, empresa responsável pela digitalização das ruas com o aparato da direita, uma câmera com nada menos que onze lentes!

Immersive

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XBox Live: videogame é só o começo

O XBox 360 já foi assunto de uma avaliação do Ponto de Teste, na época de seu lançamento , mas a empolgação com o console e os primeiros games para ele que não se falou o suficiente da Live, a rede de diversão online que a Microsoft criou para interligar os jogadores. Agora, com a Live atualizada, o videogame já distribuído regularmente no Brasil e muito amigos com quem jogar, é hora de reexaminar esse universo.

A porta de entrada para a XBox Live é uma conexão de banda larga. Se você já tem uma rede doméstica para compartilhar o acesso à Internet, é só plugar o cabo fornecido com o console no roteador. Caso você tenha uma rede sem fios e o videogame esteja em outro cômodo, não é preciso cabear a casa inteira: basta comprar o adaptador Wi-Fi opcional, encaixá-lo na traseira do console e entrar na rede via conexão 802.11g.

Leia o teste completo no WNews

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O sugador de redes WiFi alheias

O “antenado” dispositivo da foto abaixo atende pelo nome de “Slurpr” e consegue se conectar a até 5 redes sem fio simultaneamente, transformando-as em uma “superconexão” para o seu computador - ou para uma rede (com fio) inteira. Se quiser, você também pode usar só quatro redes alheias para que se conectar ao Slurpr via WiFi.

Slurpr

O brinquedinho, na verdade um computador MIPS rodando Debian Linux com um balanceador de carga às avessas, é resultado de um projeto pessoal de Mark Hoekstra, que pretende comercializá-lo pela bagatela de 999 euros. Para quem tem muitos vizinhos que deixam suar redes WiFi abertas, é uma bela oportunidade de ter uma conexão melhor que a de todos eles, sem pagar mensalidade.

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StreetView: os olhos do Google chegam ao nível do chão

Se você achava que o zoom máximo do Google Earth, que me permitiu até identificar o carro do pai da minha namorada parado na frente da casa dele, era o cúmulo da bisbilhotice fotográfica, a empresa que em 2005 eu já dizia que tinha dominado o mundo acaba de apresentar mais uma arma: o StreetView.

Agora, além de ver fotos de satélite das áreas mapeadas no GoogleMaps, algumas cidades ganharam um botão a mais, com a visão que se tem das ruas. Visão de 360 graus, com direito a múltiplos níveis de zoom e rotação com o mouse - quase como as “bolhas” que eu montava a partir de imagens capturadas com uma olho-de-peixe na Coolpix 950.

E não são só fotos das esquinas, como outras empresas já haviam feito… o Google praticamente filmou as ruas inteiras, permitindo que se “caminhe” virtualmente, olhando para onde quiser. A imagem abaixo, por exemplo, é do prédio onde meu tio morou durante muitos anos, em Nova Iorque.Google StreetView

Google StreetView

No BoingBoing, o povo já está se divertindo com as imagens do StreetView - desde o cara que conseguiu ver seu gatinho pela janela aberta, e o que encontrou o vizinho levando o lixo para a calçada até o que simulou a placa abaixo com um “robots.txt” para impedir o Google de mapear seu quarto.

Robots.txt 2.0

Em tempo: para quem não entendeu a piada, robots.txt é o arquivo no qual administradores de sites orientam os indexadores das ferramentas de busca e GoogleVan é o apelido das vans que empresas contratadas pelo Big Brother da internet teriam usado para capturar as imagens, dirigindo para cima e para baixo pelas cidades mapeadas.

Update: o Antonio Carlos, que primeiro me mostrou o StreetView, acabou de me dar mais uma dica: um link para a visão do campus do Google, com a equipe responsável pelas imagens posando para a foto. Reparem as vans amarelas nas camisetas e, se alguém souber o porque das pás na mão de algumas pessoas, favor explicar

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Já pensou em otimizar seu filho para buscas?

Search Engine Optimization (SEO) já é coisa do passado. Se você teve filho recentemente ou pretende ter, é hora de pensar em otimizá-lo para buscas. É o que David Berkowitz, da 360i, chamou de Baby Name Optimization na última edição do Search Insider, sua coluna no MediaPost.

A inspiração de Berkowitz foi uma nota do Boston.com, que, por sua vez, citava (mas não linkava) uma matéria do WallStreet Journal mencionando que futuros papais estavam buscando possíveis nomes de bebês para ver se os herdeiros teriam muita concorrência no Google.

O resultado foi uma lista com dez dicas de otimização de nomes de bebês, mas que também podem servir para produtos e marcas em geral. Como Berkowitz concluiu, se os profissionais de marketing muitas vezes se referem a seus produtos como “filhos”, agora podem pensar nos filhos como marcas.

PS: se alguém quiser a tradução da lista, deixe um comentário que eu providencio rapidinho. Fiquei com preguiça de traduzir sem saber se alguém vai ler :-) 

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Os maiores spammers do mundo

Se você mora nos Estados Unidos ou Europa (ou tem como e-mail principal um endereço .com), as 200 pessoas ou organizações desta lista são responsáveis por 80% do spam que você recebe. No meu caso, cerca de 3.200 mensagens por mês, já que só os filtros do Pobox barram 4 mil e-mails a cada 30 dias. Alguns são “falsos positivos”, mas o número de spams que escapam deve acabar compensando.

Entre os supostos top spammers estão três nomes brasileiros: um tal de Flavio Vale, da MKT Solutions, e a dupla Heik e Agnaldo Rosa de Almeida. O interessante é que o site mostra evidências da atividade questionável, histórico de inclusão e exclusão de “listas negras” e fornece diversas formas de contato com os acusados - de velhos números de ICQ ao endereço físico, provavelmente retirado de registros de domínios.

Será que vale a pena tentar falar com Flavio, Heik e Agnaldo para ouvir a versão deles da história?

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Web 2.0 button generator Tabajara

Quer fazer um botão personalizado como este aí de baixo? O My Cool Button permite a definição da largura, fonte, tamanho do texto e cores, além de aceitar ícones dos principais serviços Web 2.0 ou que você mesmo envie.

button

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Carros híbridos ganham terreno em NY e pra lá de Bagdá

O título destá coluna, com o perdão do trocadilho, surgiu de duas notícias que me chamaram a atenção na semana passada. Primeiro, segundo o blog de notícias da CNet, o prefeito Michael Bloomberg anunciou que, em cinco anos, toda a frota de táxis da cidade de Nova Iorque terá que ser composta por carros híbridos.

Os Ford Escape da foto acima, emprestada do Gothamist, são apenas dois dos dez veículos doados à cidade pelo Yahoo!, como parte das iniciativas ambientais do portal. E uma parcela ínfima dos 13 mil táxis que hoje circulam pela cidade - 90% deles do modelo Crown Victoria - também produzido pela Ford. Só que enquanto o atual faz menos de 5 km/l, o Escape híbrido supera os 12 km/l - nada mal para um utilitário esportivo.

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Dez motivos para comentar mais em blogs

A lista abaixo está aberta numa das tabs do meu Firefox há duas semanas, esperando que eu tivesse tempo de traduzir. O blogueiro profissional Chris Garrett incentivou seus leitores a comentarem mais em blogs em geral. Propôs que, durante uma semana, tentassem comentar mais e mais a cada dia e acompanhassem o resultado. Na semana seguinte, apresentou dez razões pelas quais considera o ato de comentar bom para blogueiros:

1 - É a coisa certa a fazer - as pessoas reclamam de não ter comentários suficientes em seus próprios blogs, mas não dedicam tempo suficiente a comentar nos outros. Todos nós gostamos de atenção e um eventual tapinha nas costas por um trabalho bem feito. Trate os outros como você gostaria de ser tratado!

2 - Fazer amigos e influenciar pessoas - blogar é, em parte, uma atividade de networking. As pessoas têm mais probabilidade de linkar para você (ou mais) se elas tiverem ouvido falar de você. Apareça, faça amigos.

3 - Cliques - as pessoas clicam no seu link para ver sobre o que mais você escreve. Óbvio, mas verdadeiro.

4 - Desenvolver um olhar blogueiro - encontre o ponto de interesse de uma história. Ao comentar, você está treinando seu cérebro a pensar em algo interessante.

5 - Criar conteúdo comentável - observando os posts em que você comentou e aqueles em que não comentou (ou não conseguiu, por mais duro que tentasse!) você desenvolve uma percepção do que funciona para atrair comentários.

6 - Comentários = idéias - você conseguiu comentar. O seu comentário poderia ser expandido para um post?

7 - Você nunca sabe quem está lendo - me espanta quem lê meus comentários em blogs obscuros que eu achava que só eu e um punhado de pessoas liam. Meus comentários num blog renderam um trabalho de consultoria. Você nunca sabe a não ser que tente.

8 - O que você dá, você recebe mais - eu acredito fortemente que o que você faz retorna pra você. Você receberá mais comentários. Experimente.

9 - Manter-se em forma - exercite seus músculos de escritor, quanto mais praticar, mais você melhora. Comentários devem ser curtos, rápidos, diretos ao ponto e produzir um impacto. São testes excelentes para sua habilidade de redação.

10 - Comentar em blogs novos para perspectivas novas - se você está sempre entre a mesma turma, inevitavelmente verá os mesmos pensamentos refletidos vez após vez. Liberte-se! Eu recomendo que as pessoas comentem em novos blogs a cada dia. Ao não comentar sempre nos mesmos blogs, ou especialmente estabelecer o objetivo de comentar em novos blogs do que na véspera, você será forçado a sair da suas zona de conforto de leitura de blogs e visitar novos blogs. Isso lhe expõe a novas idéias, formas diferente de ver as coisas e, quem sabe, uma saída da câmara de eco.

Garrett reuniu algumas justificativas interessantes aos conselhos óbvios que poderiam ser resumidos em “comente para ser comentado”, mas o melhor de tudo acho que foi a proposta da experiência de uma semana. Pelos próximos sete dias, vou me dedicar mais aos comentários e ver o que acontece. Se você quiser fazer o mesmo, pode começar aqui mesmo! :-)

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Menos câmeras e mais sensores

Depois da BenQ anunciar, na segunda-feira, a venda de sua modesta divisão de câmeras para a desconhecida  Ability Enterprise, foi a vez da Kodak revelar (com o perdão do trocadilho) que pretende pretende sair do mercado de digitais mais básicas, onde não estaria ganhando muito dinheiro mesmo. O que não significa que a empresa vá vender menos – muito pelo contrário.

A Kodak está prestes a lançar uma câmera digital com sensor CMOS de produção própria, desenvolvido em parceria com a IBM. Apesar de contar com apenas 5 megapixels – pouco, para os inchados padrões atuais, mas suficiente para a maioria dos usos – o novo sensor deve trazer avanços tecnológicos para melhorar a qualidade das imagens. Além de custar menos do que os comprados de outros fabricantes.

Leia a coluna completa no WNews

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