juliopreuss.com Blog » celular http://juliopreuss.com/blog Um agregador do que escrevo por aí... Fri, 31 Jul 2009 15:07:41 +0000 http://wordpress.org/?v=2.8.4 en hourly 1 Seu celular tem dado em casa? http://juliopreuss.com/blog/2007/08/15/seu-celular-tem-dado-em-casa/ http://juliopreuss.com/blog/2007/08/15/seu-celular-tem-dado-em-casa/#comments Wed, 15 Aug 2007 16:34:09 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/08/15/seu-celular-tem-dado-em-casa/ Há alguns meses, ao adquirir meu Nokia E61, eu já sabia que precisaria contratar algum pacote de dados. Em minhas duas experiências anteriores com smartphones, aprendi que se começamos a usar o aparelho para acessar a internet, trocar mensagens instantâneas e outras coisas que exigem conexão – além de simplesmente falar – a conta pode trazer surpresas desagradáveis.

Assim, ainda na loja da TIM, tratei de solicitar um pacote de dados junto com o plano de voz que havia escolhido. A vendedora mal-treinada, depois de consultar sua colega e ligar para uma outra, afirmou que eu teria que levar dois chips (os SIM cards) diferentes – um para voz e outro para dados – e trocá-los quando quisesse fazer uma ou outra coisa. Respondi que isso era inadmissível.

Após algumas tentativas infrutíferas de convencer a pobre criatura de que pacote de dados e plano de dados são coisas diferentes, achei melhor levar o aparelho com o plano de voz e contratar o pacote de dados depois, pela central de atendimento. Obviamente, só fui lembrar de fazer isso quando recebi minha segunda conta, com uma cobrança de mais de R$ 100 pelo tráfego uns 20 MB de dados. Burrice minha.

Bastou um telefonema para a TIM para assinar um dos três pacotes de dados que a operadora oferece (40 MB, 250 MB e 1 GB) a preços excelentes. Até o fim de agosto, os primeiros seis meses saem a R$ 9,90, R$ 19 e R$ 49 mensais, respectivamente. Depois, voltam a valer os preços normais, ainda bem razoáveis: R$ 19, R$ 29 e R$ 69 – bem abaixo do que pedem as concorrentes e do que o otário aqui pagou por reles 20 MB de tráfego.

Escolhi o pacote de 250 MB, o que ainda me rendeu mais uma pérola de atendimento despreparado: “Senhor, o seu plano de voz já inclui 250 ká-bê de dados”. Tive que explicar à infeliz que “ká-bê” e “eme-bê” são coisas mil vezes diferentes, mas consegui o que queria. E aproveitei para cancelar o TIM Casa que me empurraram sem eu pedir e, depois do terceiro mês, começou a custar R$ 30 sem nunca ter sido usado.

No trabalho, onde há pelo menos mais uma dúzia de usuários do E61, o pacote de dados mais popular é o de 1 GB. E todos os que o escolheram fazem questão de dizer que é praticamente ilimitado – ainda mais quando se pode usar a rede WiFi da empresa durante boa parte do tempo. Eu costumo responder que sim, desde que não se use celular para conectar o computador de verdade à internet.

Conectando o computador à internet via celular

Embora muita gente se esqueça disso – inclusive um colega que fez uma segunda assinatura da TIM para ganhar o tal modem celular que eles estão subsidiando para os assinantes do maior plano (não o pacote) de dados – quase todo celular digital que se preza pode ser usado como modem. E o nosso E61 não é exceção – já vem até com o cabo USB necessário para conectá-lo a um computador sem Bluetooth.

Como não brincava de usar o celular como modem desde quando fiz meu Ericsson T68 conversar por infravermelho com um Pocket PC para acessar a internet durante uma viagem, decidi experimentar com a tecnologia atual. Instalei o Nokia PC Suite no desktop, pluguei o E61 via USB, tirei o cabo de rede do roteador e mandei conectar à Internet via “modem USB” – que, na verdade, era o próprio celular. Não funcionou de primeira porque eu não vi que tinha que selecionar a operadora, mas assim que fiz isso no menu drop-down, a conexão pôde ser estabelecida.

Entrei em alguns sites e mandei e-mails usando a conexão celular e achei a velocidade bastante razoável. Para ter dados mais objetivos, acessei alguns daqueles “velocímetros” online e obtive uma média de 140 kbps – mais que o dobro da máxima teórica de 56 kbps de uma conexão discada, mas menos que a metade do limite de 384 kbps da tecnologia EDGE oferecida pelo E61.

Aproveitei para comparar com o desempenho de um PC-Card 1xEV-DO da Vivo (vulgo Vivo ZAP 3G). Esta tecnologia tem limites teóricos de taxas de download na casa dos 2.000 kbps e de upload em torno de 200 kbps. Na prática, os valores informados pelos pouco precisos velocímetros variaram muito, de 100 kbps a quase 800 kbps. Mas deu pra ver que, exceto pelos engasgos, a plaquinha da Vivo pode ser bem mais rápida.

Minhas conclusões: em primeiro lugar, é óbvio que nenhuma das soluções substitui uma conexão de banda larga de verdade – uma linha ADSL de 2 MB atinge uns 1.800 kbps com muito mais estabilidade e não fica tão mais lenta no upload. Dito isto, as conexões móveis podem ser muito úteis – não só quando estamos longe de um ponto de rede (inclusive WiFi), mas como backup.

Tenho um amigo que trabalha em casa e já pensou em assinar tanto o Virtua quanto o Velox para ter uma redundância de conexão melhor que o velho modem de 56 kbps. Hoje bastaria um celular. Eu, pelo menos, não pensarei duas vezes na próxima ocasião em que o Velox sair do ar. Traterei de conectar via celular, tomando só o cuidado de desligar o Azureus e evitar atividade que movimentem muitos dados.

Se for para uso constante, a placa EV-DO é a melhor opção para profissionais móveis terem em seus notebooks, pois tem velocidade comparável ao dos planos básicos de acesso via cabo e ADSL. Já o modem celular GSM que a TIM “deu” para o colega citado no início do texto eu continuo achando totalmente desnecessário. Como conexão dedicada, perde para a placa da Vivo. Para uso eventual, é bem menos conveniente que um celular que já costumamos ter mesmo e no qual podemos usar o pacote de dados para outras finalidades.

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/08/15/seu-celular-tem-dado-em-casa/feed/ 2
Aliph Jawbone: a Ferrari dos fones Bluetooth http://juliopreuss.com/blog/2007/08/01/aliph-jawbone-a-ferrari-dos-fones-bluetooth/ http://juliopreuss.com/blog/2007/08/01/aliph-jawbone-a-ferrari-dos-fones-bluetooth/#comments Wed, 01 Aug 2007 14:45:52 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/08/01/aliph-jawbone-a-ferrari-dos-fones-bluetooth/ Quem achava que todos os headsets Bluetooth eram iguais, variando apenas no tamanho e visual, precisa conhecer o Jawbone, da desconhecida Aliph, e rever seus conceitos. Se é para dar uma de maluco, falando aparentemente sozinho, com o aparelhinho pendurado na orelha, que seja com o melhor e mais bonito deles – um sonho de consumo que tem sido apresentado na mídia como o acessório ideal para o iPhone.

Há que se dizer que nossa experiência com ele não começou nada bem. Encomendamos um, por salgados US$ 130, do site do fabricante, para ser entregue na casa de um parente, nos Estados Unidos. Dias depois, recebemos uma carta da empresa, no endereço aqui do Brasil, avisando que não aceitava cartões de crédito de outros países e dando uma semana para fornecermos um cartão americano ou o pedido seria cancelado.

Sem acesso a um cartão de lá, desistimos da compra e tratamos de encontrar outro lugar para encomendar o Jawbone – desta vez uma loja virtual parceira da Amazon.com. E não é que acabamos com dois aparelhos idênticos na mão? Sabe-se lá por que, a Aliph enviou (e cobrou, claro) o headset que havia se negado a vender. Para não lhe dar o trabalho de devolver um, o Jawbone extra virou presente para o tal parente americano.

Leia o teste completo no WNews

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/08/01/aliph-jawbone-a-ferrari-dos-fones-bluetooth/feed/ 0
Campanha do celular desbloqueado não passa de hipocrisia http://juliopreuss.com/blog/2007/07/25/campanha-do-celular-desbloqueado-nao-passa-de-hipocrisia/ http://juliopreuss.com/blog/2007/07/25/campanha-do-celular-desbloqueado-nao-passa-de-hipocrisia/#comments Wed, 25 Jul 2007 14:41:01 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/08/10/campanha-do-celular-desbloqueado-nao-passa-de-hipocrisia/ Em maio de 2002, este que vos escreve foi convidado para a coletiva de imprensa de lançamento da Oi, então apenas uma nova operadora celular. Saí do evento, realizado em um hotel em Copacabana, com um guarda-sol da Oi debaixo do braço e uma idéia fixa na cabeça: comprar um celular deles. Fui direto para o shopping mais próximo e, depois de algum estresse com os vendedores e de ter que esperar até o dia seguinte, tornei-me o feliz proprietário de um Ericsson (ainda sem Sony) T68 e um dos primeiros assinantes da Oi (sim, eu disse Oi primeiro).

Os colegas diziam que só um idiota compraria um celular da Telemar, ex-Telerj, e eu contra-argumentava que no Rio a Telefônica, futura Vivo, era ex-Telerj celular. Mas, no final das contas, isso não importava. O que me atraiu para a Oi foi a possibilidade de finalmente ter um celular GSM – tecnologia sobre a qual estava cansado de ler e escrever, mas que nunca havia usado no dia-a-dia. E a Oi, para quem não lembra, foi a primeira operadora GSM do Brasil.

Alguma semanas depois de comprar meu celular, surgiu uma oportunidade de viajar para o exterior e, achava eu, pôr a prova uma das coisas que mais me encantava no padrão GSM: a possibilidade de trocar o SIM chip por um de uma operadora local para usar o celular na viagem sem ter que pagar as absurdas taxas de roaming internacional. Doce ilusão! Antes mesmo de viajar, descobri a canalhice do bloqueio do aparelho. O MEU celular, pelo qual pagara mil e tantos reais (era um dos modelos mais caros da época), só funcionava com o chip da Oi.

Como naquele tempo não havia camelôs e lojinhas que desbloqueiam celulares em cada esquina, restava apelar para o bom senso do atendimento da própria Oi (riam, por favor… isso é uma piada). Foram horas no telefone tentando convencer a atendente-robô de que o celular era meu e que o contrato de um ano que fui obrigado a assinar já garantia que a operadora recuperaria o valor subsidiado, mesmo que eu estivesse usando o aparelho em uma concorrente (o que nem era minha intenção).

Convencido de que a única saída que a área de atendimento me daria seria pagar uma pequena fortuna pelo desbloqueio, resolvi fazer uma coisa muito feia e apelar para minha condição de jornalista (para alguma coisa tinha que servir, né?). Liguei para o então assessor de imprensa da Oi, hoje um grande amigo, e “descasquei” a prática da operadora. Afinal, de que adiantava encherem a boca para falar das vantagens do GSM se de cara já estavam capando uma das mais interessantes?

O resultado é que, depois de mais uma longa discussão e uma consulta à operadora, concordaram em, excepcionalmente, desbloquear meu aparelho de graça. Por telefone mesmo, usando uma senha que pediram para eu digitar no teclado. Mas pediram, discretamente, que eu não espalhasse a informação. E eu, tolo, concordei. No final das contas, nem consegui usar o aparelho na viagem porque as poucas operadoras GSM nos Estados Unidos não vendiam SIMs avulsos.

Eu, mesmo com o celular desbloqueado, continuei fiel à Oi até uns dois meses atrás, quando me tornei assinante de outra operadora porque não aguentava mais a pobreza dos aparelhos oferecidos nas lojas Oi. Foram cinco anos – quatro a mais que o exigido pelo tal contrato de fidelidade assinado ao comprar o primeiro aparelho. Neste período, tive quatro celulares – dois subsididados pela Oi e dois smartphones comprados lá fora, desbloqueados.

Para o primeiro deles eu bem que tentei comprar um chip avulso da própria Oi, a fim de dar o celular velho para outra pessoa, mas a operadora também não vendia só o chip. Como podiam ter tanto medo de eu usar o aparelho “deles” num concorrente e não querer que eu usasse um aparelho desbloqueado, que não precisaram subsidiar, em sua própria rede? E ainda por cima ganhando um novo assinante? Definitivamente, não dá para entender.

Como também não dá para entender por que a empresa demorou meia década para cair na real e agora faz campanha contra o bloqueio de celulares, uma prática que ela mesma instituiu aqui no Brasil, e ainda tem a cara de pau de encher a mídia de propaganda dizendo como é a única a respeitar os assinantes desta forma. Desbloquear os aparelhos é uma atitude louvável, mas querer fortalecer sua imagem em cima disso a esta altura do campeonato é chamar seus clientes mais antigos de idiotas. Parece que os amigos que citei lá no segundo parágrafo tinham razão, afinal.

Update: lançar essa campanha às vésperas de parar de vender aparelhos torna a história toda ainda mais hipócrita. Valeu a dica, Elis e Ramos.

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/07/25/campanha-do-celular-desbloqueado-nao-passa-de-hipocrisia/feed/ 2
Nokia E61: smartphone versátil e econômico http://juliopreuss.com/blog/2007/06/27/nokia-e61-smartphone-versatil-e-economico/ http://juliopreuss.com/blog/2007/06/27/nokia-e61-smartphone-versatil-e-economico/#comments Wed, 27 Jun 2007 13:47:12 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/06/27/nokia-e61-smartphone-versatil-e-economico/ Celulares com conectividade Wi-Fi ainda são exceção. Em parte, porque só os aficionados demandam o recurso e, em parte, porque não interessa às operadoras permitir ou incentivar o uso de uma conexão de dados mais rápida que as redes celulares atuais e na qual não podem cobrar pelo tráfego. Preferem que você acesse a Internet por GPRS, EDGE, 3G ou coisa parecida e pague por um pacote de dados.

Só isso já faria do Nokia E61 – um GSM quad-band com todas as opções de conexão mencionadas acima – um aparelho raro. Nem seu irmão gêmeo, o E62, oferece tudo isso. Aliás, não se deixe levar pelo número de modelo maior: as únicas diferenças do E62 para o E61 são a perda das conexões 802.11i/e/g e 3G e a mudança, esta para melhor, no plugue de dados e do fone de ouvido – no E61 é um conector proprietário para ambos e no E62, um mini-USB e um de fone padrão de 2,5mm.

Tirando ele, o único celular com Wi-Fi que já havíamos testado é o parrudo iPaq 6945 Mobile Messenger, da HP – mais para um PocketPC com celular (e GPS, que o E61 não tem) do que para smartphone. Na comparação entre os dois, o Nokia novamente mostra como é único: é 23% menor que o iPaq e custa no mercado brasileiro, graças ao incentivo da TIM, de seis a oito vezes menos: entre R$ 300 e R$ 400 para novos assinantes, dependendo do plano escolhido.
Leia o teste completo no WNews

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/06/27/nokia-e61-smartphone-versatil-e-economico/feed/ 1
Isto é uma gravação. Deixe seu post depois do bipe. http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/isto-e-uma-gravacao-deixe-seu-post-depois-do-bipe/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/isto-e-uma-gravacao-deixe-seu-post-depois-do-bipe/#comments Tue, 22 May 2007 21:09:20 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/isto-e-uma-gravacao-deixe-seu-post-depois-do-bipe/ A SixApart fez um acordo com a SpinVox, criadora do programa de reconhecimento de voz Spin-my-Blog, para oferecer aos 12 milhões de usuários do serviço LiveJournal a possibilidade de postar em seus blogs por telefone. Nada de mensagens de texto ou web móvel, neste caso… os posts são ditados por voz mesmo. Por enquanto, só em inglês.

Via Blog Herald.

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/isto-e-uma-gravacao-deixe-seu-post-depois-do-bipe/feed/ 0
iPaq 6945: um smartphone completo. E lento http://juliopreuss.com/blog/2007/05/11/ipaq-6945-um-smartphone-completo-e-lento/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/11/ipaq-6945-um-smartphone-completo-e-lento/#comments Fri, 11 May 2007 17:06:20 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/11/ipaq-6945-um-smartphone-completo-e-lento/ Celular com câmera já virou lugar comum. Smartphone com tecladinho Qwerty é a nova mania. E os modelos mais completos de uns e outros vêm até com localização por GPS e conectividade Wi-Fi – ótima para economizar no tráfego de dados. Mas só um aparelho até hoje reúne tudo isso, e não é obra de nenhuma tradicional fabricante de telefones. Estamos falando da família de “Mobile Messengers” iPaq 6900, da HP.

A versão que avaliamos, um iPaq 6945 que custa, aqui no Brasil, em torno de R$ 2,6 mil, é a única vendida desbloqueada, podendo funcionar com o chip de qualquer operadora GSM. Os modelos 6915 e 6925 são exclusivos para o mercado asiático e europeu e os clientes da operadora americana Cingular, respectivamente. No final das contas, são todos praticamente iguais – só muda o software de navegação por GPS incluído no pacote e que, para nós, não faz muita diferença.

Leia o teste completo no WNews

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/05/11/ipaq-6945-um-smartphone-completo-e-lento/feed/ 0
Quem quer convite do Joost? http://juliopreuss.com/blog/2007/05/10/quem-quer-convite-do-joost/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/10/quem-quer-convite-do-joost/#comments Thu, 10 May 2007 22:13:25 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/10/quem-quer-convite-do-joost/ Marcelo Nóbrega bolou um “concurso cultural” para os leitores de seu Futuro.vc. Quem responder, até meia noite de hoje, qual celular gostaria de comprar em 2007, concorre a convites para testar o revolucionário player de vídeo dos criadores do Skype. Participe!

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/05/10/quem-quer-convite-do-joost/feed/ 1
Que os PDAs descansem em paz. O futuro é do smartphone http://juliopreuss.com/blog/2007/01/15/que-os-pdas-descansem-em-paz-o-futuro-e-do-smartphone/ http://juliopreuss.com/blog/2007/01/15/que-os-pdas-descansem-em-paz-o-futuro-e-do-smartphone/#comments Mon, 15 Jan 2007 09:48:45 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/01/15/que-os-pdas-descansem-em-paz-o-futuro-e-do-smartphone/ Sou usuário de computadores de mão há bastante tempo. Tive um Jornada, da HP, na época em que eles se chamavam Handheld PCs e rodavam Windows CE 2.0. Depois tive um Palm IIIxe, um Vx, um iPaq, e um Toshiba e755. Apesar da variedade de modelos, no entanto, poucos foram os que usei regularmente. O mais comum era recorrer a eles apenas em viagens e para jogar durante aulas e reuniões chatas, mas na maior parte do tempo eles ficavam mesmo é encostados.

Na última destas viagens, sem nenhum PDA para levar, já que vendera o Toshiba quando comprei o notebook, decidi confiar neste último e me arrependi amargamente. Tirar o bicho da mochila e esperar ele ligar e carregar o programa era uma trabalheira bem maior do que sacar um Palm do bolso. Decidi, um tanto tardiamente, comprar um computador de mão novo. E que deveria ser um smartphone, já que estava mesmo querendo trocar meu celular pessoal.

Pesquisei os modelos mais falados e descartei logo os Treos, pois apesar de gostar do visual do 680, os dias que passei com um 650 num evento não me convenceram de sua utilidade. Aliás, omiti da lista lá do primeiro parágrafo o Treo 270 que usei durante uns meses e acabei passando adiante. Simpatizo com o mundo Palm como simpatizo com o do Linux, mas acho que me dou melhor com os PDAs baseados em Windows (CE, Mobile, whatever).

Considerei os Nokia (inclusive o E62 que a Elis avaliou), o Motorola “Q”, o Samsung Blackjack e outros igualmente elegantes, mas acabei optando por mais um iPaq, da HP, da mesma série que o Xandó testou recentemente. Alguns cliques na Amazon.com e, no dia seguinte, eu era o mais novo proprietário de um iPaq 6945. Não vou falar dele aqui porque o Xandó já o fez com bastante propriedade, mas afirmo que também aprovei o brinquedinho.

O fato de o aparelho ter WiFi e GPS (e rodar o PocketStreets, versão compacta do Microsoft Streets & Trips que já me havia guiado na viagem pelo Canadá) foram decisivos, principalmente para quem usa PDA principalmente quanto está viajando. O fato de poder comprá-lo desbloqueado, livre de compromissos com operadoras (que, estando nos Estados Unidos, eu nem poderia assumir), também.

O mais interessante dessa história é que, antes de encomendar na Amazon, eu bem que tentei encontrar um smartphone desbloqueado para comprar em algumas lojas físicas. Nas grandes lojas era impossível. Sem encontrar iPaqs nas vitrines das operadoras celulares, entretanto, decidi perguntar por Palms e afins a uma vendedora. Fiquei constrangido quando, depois de me questionar, espantada, se eu queria um PDA “sem celular”, ela pediu ajuda a um colega que me apontou dois míseros Palms – um TX e um LifeDrive – empoeirados na última prateleira de um cantinho da loja.

Naquele momento eu tive certeza da resposta para a pergunta que a Elis levantou aqui, há pouco mais de um ano, num texto que colocava em dúvida a sobrevida dos PDAs. Eles morreram mesmo. Estão acabados, escondidos nas prateleiras de baixo das BestBuys da vida, do mesmo jeito que os cartões CompactFlash cuja morte eu confirmei na viagem anterior. O mundo agora é dos smartphones, e o lançamento do iPhone só vai intensificar a tendência, já que daqui a um tempo, talvez nem os MP3 players possam se dar ao luxo de não serem celulares.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei uns números interessantes, divulgados pelo IDC no fim do ano passado. No terceiro trimestre de 2006, o mercado europeu de computadores de mão cresceu 13%. A alta foi puxada pelos “dispositivos convergentes” (leia-se smartphones), cujas vendas cresceram 30%. Em compensação, os PDAs dedicados vinham caindo há um ano, e cada vez mais rápido. Recuaram 17% no último trimestre de 2005 e absurdos 60%, no terceiro de 2006. Que descansem em paz!

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/01/15/que-os-pdas-descansem-em-paz-o-futuro-e-do-smartphone/feed/ 0
Que o futuro dos celulares-câmera chegue logo! http://juliopreuss.com/blog/2007/01/04/que-o-futuro-dos-celulares-camera-chegue-logo/ http://juliopreuss.com/blog/2007/01/04/que-o-futuro-dos-celulares-camera-chegue-logo/#comments Thu, 04 Jan 2007 17:09:41 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/01/04/que-o-futuro-dos-celulares-camera-chegue-logo/ Em dezembro, escrevemos uma coluna sobre a evolução do número de câmeras digitais exportadas pelos principais fabricantes japoneses. Juntas, Canon, Casio, Nikon, Olympus, Panasonic, Pentax, Ricoh, Sigma e Sony venderem, de janeiro a setembro de 2006, um total de 54,5 milhões de câmeras – 35% delas para a Europa e 31%, para a América do Norte (12% ficaram no Japão mesmo).

A julgar por esse número, quantas câmeras digitais você diria que foram vendidas no ano inteiro, por todos os fabricantes? Cem milhões? Duzentos? Errou feio!

Leia a coluna completa no WNews

]]>
http://juliopreuss.com/blog/2007/01/04/que-o-futuro-dos-celulares-camera-chegue-logo/feed/ 0