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	<title>juliopreuss.com Blog &#187; gadgets</title>
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	<description>Um agregador do que escrevo por aí...</description>
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		<title>Nano: o mais popular dos iPods</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 01:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora a Apple não divulgue os números de vendas por modelo, é seguro apostar que o Nano atual deu uma grande contribuição para a impressionante marca, atingida em abril deste ano, de 100 milhões de iPods vendidos. Anunciada em setembro de 2005, a primeira geração do iPod Nano veio para substituir o Mini, lançado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a Apple não divulgue os números de vendas por modelo, é seguro apostar que o Nano atual deu uma grande contribuição para a impressionante marca, atingida em abril deste ano, de 100 milhões de iPods vendidos. Anunciada em setembro de 2005, a <a target="”_blank”" href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=11&#038;id_conteudo=47">primeira geração do iPod Nano</a> veio para substituir o Mini, lançado no início de 2004 e atualizado no ano seguinte, quando foi <a target="”_blank”" href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=11&#038;id_conteudo=9">avaliado aqui no Ponto de Teste</a>.</p>
<p>Disponíveis apenas em preto ou branco, os Nanos tinham visual semelhante aos iPods originais, parecendo uma versão bem reduzida do <a target="”_blank”" href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=11&#038;id_conteudo=75">iPod Video</a> (a quinta geração do player da Apple) que seria lançado no mês seguinte, mas eram diferentes de todos os demais iPods (exceto, atualmente, o Shuffle) por usar memória flash, e não um HD miniatura – o que garante melhor rendimento da bateria e resistência a impactos.</p>
<p>Praticamente um ano depois chegou ao mercado a segunda encarnação do Nano, agora em corpo metálico e com seis opções de cores, lembrando muito mais os aposentados Minis do que quaisquer outros integrantes da família iPod. Rumores dão conta que uma nova atualização estaria por vir (esta versão está prestes a completar um ano, afinal), mas isso não quer dizer que não devamos testar um Nano de segunda geração.</p>
<p>Leia o teste completo no <a href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=6&#038;id_conteudo=161">WNews</a></p>
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		<title>Aliph Jawbone: a Ferrari dos fones Bluetooth</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 14:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem achava que todos os headsets Bluetooth eram iguais, variando apenas no tamanho e visual, precisa conhecer o Jawbone, da desconhecida Aliph, e rever seus conceitos. Se é para dar uma de maluco, falando aparentemente sozinho, com o aparelhinho pendurado na orelha, que seja com o melhor e mais bonito deles – um sonho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem achava que todos os headsets Bluetooth eram iguais, variando apenas no tamanho e visual, precisa conhecer o <a target="”_blank”" href="http://www.jawbone.com/">Jawbone</a>, da desconhecida Aliph, e rever seus conceitos. Se é para dar uma de maluco, falando aparentemente sozinho, com o aparelhinho pendurado na orelha, que seja com o melhor e mais bonito deles – um sonho de consumo que tem sido apresentado na mídia como o acessório ideal para o iPhone.</p>
<p>Há que se dizer que nossa experiência com ele não começou nada bem. Encomendamos um, por salgados US$ 130, do site do fabricante, para ser entregue na casa de um parente, nos Estados Unidos. Dias depois, recebemos uma carta da empresa, no endereço aqui do Brasil, avisando que não aceitava cartões de crédito de outros países e dando uma semana para fornecermos um cartão americano ou o pedido seria cancelado.</p>
<p>Sem acesso a um cartão de lá, desistimos da compra e tratamos de encontrar outro lugar para encomendar o Jawbone – desta vez uma loja virtual parceira da Amazon.com. E não é que acabamos com dois aparelhos idênticos na mão? Sabe-se lá por que, a Aliph enviou (e cobrou, claro) o headset que havia se negado a vender. Para não lhe dar o trabalho de devolver um, o Jawbone extra virou presente para o tal parente americano.</p>
<p>Leia o teste completo no <a href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=11&#038;id_conteudo=157">WNews</a></p>
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		<title>Nokia E61: smartphone versátil e econômico</title>
		<link>http://juliopreuss.com/blog/2007/06/27/nokia-e61-smartphone-versatil-e-economico/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 13:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Celulares com conectividade Wi-Fi ainda são exceção. Em parte, porque só os aficionados demandam o recurso e, em parte, porque não interessa às operadoras permitir ou incentivar o uso de uma conexão de dados mais rápida que as redes celulares atuais e na qual não podem cobrar pelo tráfego. Preferem que você acesse a Internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Celulares com conectividade Wi-Fi ainda são exceção. Em parte, porque só os aficionados demandam o recurso e, em parte, porque não interessa às operadoras permitir ou incentivar o uso de uma conexão de dados mais rápida que as redes celulares atuais e na qual não podem cobrar pelo tráfego. Preferem que você acesse a Internet por GPRS, EDGE, 3G ou coisa parecida e pague por um pacote de dados.</p>
<p>Só isso já faria do Nokia E61 – um GSM quad-band com todas as opções de conexão mencionadas acima – um aparelho raro. Nem seu irmão gêmeo, o E62, oferece tudo isso. Aliás, não se deixe levar pelo número de modelo maior: as únicas diferenças do E62 para o E61 são a perda das conexões 802.11i/e/g e 3G e a mudança, esta para melhor, no plugue de dados e do fone de ouvido – no E61 é um conector proprietário para ambos e no E62, um mini-USB e um de fone padrão de 2,5mm.</p>
<p>Tirando ele, o único celular com Wi-Fi que já havíamos testado é o parrudo <a target="”_blank”" href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=6&#038;id_conteudo=149">iPaq 6945 Mobile Messenger</a>, da HP – mais para um PocketPC com celular (e GPS, que o E61 não tem) do que para smartphone. Na comparação entre os dois, o Nokia novamente mostra como é único: é 23% menor que o iPaq e custa no mercado brasileiro, graças ao incentivo da TIM, de seis a oito vezes menos: entre R$ 300 e R$ 400 para novos assinantes, dependendo do plano escolhido.<br />
Leia o teste completo no <a href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=6&#038;id_conteudo=154">WNews</a></p>
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		<title>O sugador de redes WiFi alheias</title>
		<link>http://juliopreuss.com/blog/2007/05/31/o-sugador-de-redes-wifi-alheias/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2007 12:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O &#8220;antenado&#8221; dispositivo da foto abaixo atende pelo nome de &#8220;Slurpr&#8221; e consegue se conectar a até 5 redes sem fio simultaneamente, transformando-as em uma &#8220;superconexão&#8221; para o seu computador &#8211; ou para uma rede (com fio) inteira. Se quiser, você também pode usar só quatro redes alheias para que se conectar ao Slurpr via [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;antenado&#8221; dispositivo da foto abaixo atende pelo nome de &#8220;<a href="http://geektechnique.org/projectlab/781/slurpr-the-mother-of-all-wardrive-boxes">Slurpr</a>&#8221; e consegue se conectar a até 5 redes sem fio simultaneamente, transformando-as em uma &#8220;superconexão&#8221; para o seu computador &#8211; ou para uma rede (com fio) inteira. Se quiser, você também pode usar só quatro redes alheias para que se conectar ao Slurpr via WiFi.</p>
<p><img id="image241" alt="Slurpr" src="http://juliopreuss.com/blog/wp-content/uploads/2007/05/slurpr.jpg" /></p>
<p>O brinquedinho, na verdade um computador MIPS rodando Debian Linux com um balanceador de carga às avessas, é resultado de um projeto pessoal de Mark Hoekstra, que pretende comercializá-lo pela bagatela de 999 euros. Para quem tem muitos vizinhos que deixam suar redes WiFi abertas, é uma bela oportunidade de ter uma conexão melhor que a de todos eles, sem pagar mensalidade.</p>
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		<title>Bebida gelada e mãos quentinhas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2007 15:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem achava que ventiladores e luminárias USB eram o cúmulo, que tal uma minigeladeira capaz de resfriar uma lata de refrigerante a 8 graus, usando um cabo USB como fonte de energia? E se a sua mão ficar muito gelada de segurar a latinha, você ainda pode comprar um teclado com aquecimento para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem achava que ventiladores e luminárias USB eram o cúmulo, que tal uma <a href="http://usb.brando.com.hk/prod_detail.php?prod_id=00286">minigeladeira</a> capaz de resfriar uma lata de refrigerante a 8 graus, usando um cabo USB como fonte de energia? E se a sua mão ficar muito gelada de segurar a latinha, você ainda pode comprar um <a href="http://www.tooltopia.com/index.asp?PageAction=VIEWPROD&#038;ProdID=11971&#038;ysmcpn=SHOP&#038;ysmgrp=SHOP&#038;ysmtrm=V8%20WK001&#038;ysmtac=CMP&#038;utm_source=SHOP&#038;utm_campaign=SHOP&#038;utm_term=V8%20WK001&#038;utm_medium=CMP">teclado com aquecimento</a> para os dedos. O que falta inventarem?</p>
<p><img alt="quentefrio.jpg" id="image228" src="http://juliopreuss.com/blog/wp-content/uploads/2007/05/quentefrio.jpg" /></p>
<p>Via <a href="http://www.engadget.com/2007/05/21/usb-mini-fridge-keeps-the-dorks-cool/">Engadget</a> e <a href="http://www.pocket-lint.co.uk/news/news.phtml/7822/8846/first-usb-heated-computer-keyboard.phtml">Pocket Lint</a></p>
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		<title>CardScan Personal: o fim da bagunça na gaveta</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2007 15:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qualquer  profissional que freqüente feiras e congressos ou participe de muitas reuniões com pessoas de outras empresas deve ter acumulado (ou jogado fora), ao longo dos anos, algumas centenas de cartões de visita alheios. Há quem consiga lidar com eles de forma inteligente, copiando as informações para o computador ou arrumando todos em arquivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer  <span class="kLink1">profissiona</span><span class="kLink1">l</span> que freqüente feiras e congressos ou participe de muitas reuniões com pessoas de outras empresas deve ter acumulado (ou jogado fora), ao longo dos anos, algumas centenas de cartões de visita alheios. Há quem consiga lidar com eles de forma inteligente, copiando as informações para o computador ou arrumando todos em <span class="kLink1">arquivos</span> alfabéticos ou pastinhas de plástico, mas a maioria das pessoas provavelmente deixa tudo empilhado na mesa ou dentro de uma gaveta mesmo.</p>
<p>Se você se enquadra nesta última categoria ou se já é organizado mas quer economizar tempo, está na hora de conhecer os produtos da CardScan. Como o nome deixa claro, tratam-se de scanners e softwares especializados em cartões de visita. Atualmente, a linha é composta por três modelos: CardScan Personal, CardScan Executive e CardScan Team, vendidos lá fora por US$ 160, US$ 260 e US$ 400, respectivamente.</p>
<p>Leia o teste completo no <a href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=6&#038;id_conteudo=148">WNews</a></p>
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		<title>Logitech Harmony Xbox360 Remote: tudo sob controle</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2007 16:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Controles remotos universais não são novidade – existem há pelo menos duas décadas. Segundo a Wikipedia, o primeiro da história foi o Core, lançado em 1987 pela CL 9, uma empresa criada por Steve Wozniak, inventor do Apple II. Hoje, existem desde modelos básicos, que apenas substituem controles originais quebrados ou perdidos, até verdadeiras centrais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Controles remotos universais não são novidade – existem há pelo menos duas décadas. Segundo a Wikipedia, o primeiro da história foi o Core, lançado em 1987 pela CL 9, uma empresa criada por Steve Wozniak, inventor do <span class="kLink1">Apple</span> II. Hoje, existem desde modelos básicos, que apenas substituem controles originais quebrados ou perdidos, até verdadeiras centrais de controle programáveis, com espaçosas telas de LCD e preço na casa das centenas de dólares.</p>
<p>Vendido nas lojas dos EUA por pouco mais de US$ 100, mas encontrado em sites de comércio eletrônico americanos por US$ 80, o objeto de nosso teste é um meio termo. Parte da linha Harmony, da Logitech, que inclui controles de US$ 60 a US$ 700 (preços no mercado americano), o Harmony Xbox360 Remote tem como atrativo mais óbvio a integração com o <a target="”_blank”" href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=11&#038;id_conteudo=110">videogame da Microsoft</a>, mas faz muito mais do que o controle remoto que a criadora do Windows vende como opcional, por US$ 20.</p>
<p>Leia o teste completo no <a href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=11&#038;id_conteudo=146">WNews</a></p>
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		<title>Um trio inusitado de tripés</title>
		<link>http://juliopreuss.com/blog/2007/04/27/um-trio-inusitado-de-tripes/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2007 18:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um dos eventos paralelos ao CES, em janeiro, os jornalistas ganharam um de brinde. Durante a feira da PMA, em março, eu comprei outro. E nos intervalos da Web 2.0 Expo, agora em abril, saí atrás de um terceiro, encomenda de um amigo. Estamos falando de tripés – não aqueles tradicionais, que chegam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um dos eventos paralelos ao CES, em janeiro, os jornalistas ganharam um de brinde. Durante a feira da PMA, em março, eu comprei outro. E nos intervalos da Web 2.0 Expo, agora em abril, saí atrás de um terceiro, encomenda de um amigo. Estamos falando de tripés – não aqueles tradicionais, que chegam a custar mais que uma câmera mas pouco evoluíram nas últimas décadas, e sim de modelos bem mais criativos: QuickPod, TrekPod e GorillaPod.</p>
<p>Leia a coluna completa no <a href="http://wnews.uol.com.br/site/colunas/materia.php?id_secao=9&#038;id_conteudo=402">WNews</a></p>
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		<title>Venturer PVS12706E:  DVD portátil é cada vez mais barato</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2007 16:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há umas duas semanas um colega comentou que, durante uma viagem de avião, nas férias, colocou um desenho animado para tocar em seu notebook, a fim de entreter o filho de seis anos. O menino adorou – assim como uma outra criança que viajava na fileira de trás e, imediatamente, tratou de pedir ao pai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há umas duas semanas um colega comentou que, durante uma viagem de avião, nas férias, colocou um desenho animado para tocar em seu notebook, a fim de entreter o filho de seis anos. O menino adorou – assim como uma outra criança que viajava na fileira de trás e, imediatamente, tratou de pedir ao pai que comprasse um “brinquedo” igual para ela. É, elas estão cada vez mais exigentes!</p>
<p>O dia em que compraremos um laptop de verdade só para as crianças assistirem a filmes pode estar distante, mas investir em um reprodutor de DVDs portátil é algo cada vez mais comum, principalmente para quem costuma levar os filhos em longos passeios de carro e já esgotou o repertório de brincadeiras para mantê-los minimamente sob-controle durante algumas horas de viagem.</p>
<p>Leia o teste completo no <a href="http://wnews.uol.com.br/site/ponto_teste/materia.php?id_secao=11&#038;id_conteudo=145">WNews</a></p>
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		<title>Nerdcore: geeks ganham voz nas letras de MC Frontalot</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2007 16:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Preuss</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://juliopreuss.com/blog/2007/04/13/nerdcore-geeks-ganham-voz-nas-letras-de-mc-frontalot/</guid>
		<description><![CDATA[Tirando pérolas como &#8220;Pela Internet&#8221;, na qual o então-futuro-Ministro Gilberto Gil perguntava, lá em 1996, Com quantos gigabytes/ Se faz uma jangada/ (&#8230;) Que veleje nesse infomar, ou a ultrabrega &#8220;Vou te excluir do meu Orkut&#8221;, de Ewerton Aguiar, encontrar referências explícitas ao mundo da informática em letras de músicas não é algo muito comum.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tirando pérolas como &#8220;Pela Internet&#8221;, na qual o então-futuro-Ministro Gilberto Gil perguntava, lá em 1996, <span style="font-style: italic">Com quantos gigabytes/ Se faz uma jangada/ (&#8230;) Que veleje nesse infomar</span>, ou a ultrabrega &#8220;Vou te excluir do meu Orkut&#8221;, de Ewerton Aguiar, encontrar referências explícitas ao mundo da informática em letras de músicas não é algo muito comum.</p>
<p>A não ser, é claro, que você seja fã do rapper MC Frontalot &#8211; nome artístico do americano Damian Hess. Com uma <a target="_blank" href="http://frontalot.com/index.php/?page=lyrics&#038;lyricid=22">letra</a> cuja segunda estrofe começa com <span style="font-style: italic">making mention of my dj CPU/ nerd-core hip hop is the style he use</span> e termina com <span style="font-style: italic">i&#8217;ma listen to the bootleg mp3/ post the frontalot demo on my ftp</span>, Frontalot acabou batizando, lá nos idos de 2000, o gênero músical do qual é o maior expoente: o <a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nerdcore_hip_hop">Nerdcore Hip Hop</a>.</p>
<p><span id="more-157"></span></p>
<p><img border="0" onclick="javascript:window.open('http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d9/MCFrontalot_PAX04.jpg/220px-MCFrontalot_PAX04.jpg')" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d9/MCFrontalot_PAX04.jpg/220px-MCFrontalot_PAX04.jpg" /></p>
<p>Com letras cheias de referências a temas tecnológicos ou simplesmente geeks (como dados de RPG ou os filmes e quadrinhos preferidos desse público), os nerdcores usam a internet como seu principal canal de divulgação e distribuição, existindo praticamente à margem da indústria fonográfica tradicional. Faz sentido, já que a internet é a maior ameaça ao ultrapassado modelo de negócios &#8211; a venda de CDs &#8211; das gravadoras.</p>
<p>Mesmo quando um nerdcore resolve fazer uma música romântica ou falar de sexo, a internet está presente &#8211; e sem ser brega, como o sertanejo do MSN. É o caso de <a target="_blank" href="http://frontalot.com/index.php/content.php?page=lyrics&#038;lyricid=29">Romantic Cheapskate</a>, em que Frontalot narra seu caso de amor com o site de competições musicais <a target="_blank" href="http://www.songfight.org/">Songfight</a>, onde se consagrou depois de inscrever cinco músicas e <a target="_blank" href="http://www.songfight.org/artistpage.php?key=mc_frontalot">vencer com todas</a>. Ou, melhor ainda, de <a target="_blank" href="http://frontalot.com/index.php/content.php?page=lyrics&#038;lyricid=26">PrOn SOng</a>, sobre o vício em pornografia online.</p>
<p>Até o guarda-roupas dos rappers nerdcore, ainda que seja por questão de marketing pessoal, é inspirado no estereótipo do nerd dos anos 1980. Como é meio difícil descrever esses caras que se apresentam de gravata é óculos de aro grosso e a música que eles fazem, nada melhor do que mostrá-los em ação: confira no YouTube o <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=z8rqdEahBos">trailer do filme Nerdcore Rising</a>, um documentário sobre o gênero, ainda em fase de produção.</p>
<p><img border="0" onclick="javascript:window.open('http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000CADH8U.01._SCLZZZZZZZ_V45193766_AA240_.jpg')" src="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000CADH8U.01._SCLZZZZZZZ_V45193766_AA240_.jpg" /><br />
<span style="font-size: 9px; line-height: normal">Foto por Phil Palins</span></p>
<p>O nome do filme, aliás, é o mesmo do primeiro CD do MC Frontalot, lançado em 2005. O segundo, Secrets from the Future, foi lançado na semana passada, e ambos estão <a target="_blank" href="http://frontalot.com/index.php/?page=store">à venda no site do rapper</a>, junto com adesivos, camisetas, óculos iguais aos que o MC usa nos shows e até um par de seus óculos de verdade, usados, &#8220;com resíduos de DNA suficientes para você abrir seu laboratório de clonagem de frontalots&#8221;. Por &#8220;apenas&#8221; US$ 578,50.</p>
<p>Estranhou o fato dele ter batizado o gênero em 2000 e só gravado um disco cinco anos depois? Pois o estranho é ele ter lançado um CD, já que, até então, distribuía suas músicas todas pela Internet. Pode ir <a target="_blank" href="http://frontalot.com/index.php/content.php?page=mp3">lá no site dele</a>: são dezenas de músicas em MP3, OGG e AAC, tudo para baixar de graça! Frontalot se rendeu ao modelo dos CDs ? Segundo a letra de &#8220;<a target="_blank" href="http://frontalot.com/index.php/content.php?page=lyrics&#038;lyricid=1">Charity Case</a>&#8220;, é tudo pelos fãs: <span style="font-style: italic">I love you so damn much i&#8217;ll sell ya CDs</span>.</p>
<p>O rapper segue esculhambando a RIAA, associação das gravadoras americanas, com os versos <span style="font-style: italic">&#8220;Art Must Be Free&#8221; is the decree./ The finale is my lecture on the evils of the R-I-double-A,/ how they gonna sue you every single time you hit play./ they&#8217;re lame! must revolt! what&#8217;s that you say?</span>, mas acaba se declarando vítima das mesmas práticas que a RIAA combate:<span style="font-style: italic"> kids are pirating the frontalot?/ oh no, I got betrayed!</span></p>
<p>Em vez de processos, no entanto, Frontalot decidiu apelar para a caridade dos geeks que o idolatram. No refrão, ele pede para comprarem o CD ou pode acabar passando fome: <span style="font-style: italic">I need you/ to buy my CD so I could buy food. </span> E termina a música questionando a aversão dos nerds a pagar por conteúdo e dizendo que, se não fosse isso, estaria nadando em dinheiro e não implorando de joelhos para acreditarmos que seu CD não é grátis: <span style="font-style: italic">I once harbored as regards the tune vending. / if only the nerd kids&#8217; aversion to spending / money on data got inverted somehow/ I&#8217;d be making my way through all my dollars with a plow / but instead I&#8217;m down on ground on my knees/ begging y&#8217;all to believe my CD isn&#8217;t free.</span></p>
<p>A julgar pelos <a target="_blank" href="http://www.amazon.com/exec/obidos/tg/detail/-/B000CADH8U/ref=ord_cart_shr/104-4310756-5667947?%5Fencoding=UTF8&#038;m=ATVPDKIKX0DER&#038;v=glance">reviews que seu CD recebeu na Amazon</a>, a estratégia pode estar dando certo. Até os consumidores que acharam o CD pior do que as músicas originais (que tiveram que ser remixadas para excluir os samples usados sem autorização dos autores) recomendam a compra. Afinal, o MC Frontalot precisa comer! Não sou fã de rap, mas achei a história tão legal que já encomendei o meu :-)</p>
<p><span style="font-style: italic">Em tempo: semana que vem estarei em São Francisco, terra natal de Damian Hess, para participar da Web 2.0 Expo &#8211; provável assunto da próxima coluna. E quando os amigos começarem a fazer piadas sobre minha passagem pela cidade mais g a y do mundo, vou me lembrar de outra letra de Frontalot, &#8220;<a target="_blank" href="http://frontalot.com/index.php/content.php?page=lyrics&#038;lyricid=16">I heart fags</a>&#8221; (ele, não eu).</span></p>
<p>Coluna originalmente publicada no <a href="http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=205706">Fórum PCs</a> sob licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/deed.pt">Creative Commons Atribuição &#8211; Uso Não Comercial &#8211; Não a obras derivadas 2.0</a></p>
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