juliopreuss.com Blog » games http://juliopreuss.com/blog Um agregador do que escrevo por aí... Fri, 31 Jul 2009 15:07:41 +0000 http://wordpress.org/?v=2.8.4 en hourly 1 Saitek Eclipse II: apague as luzes e boa diversão http://juliopreuss.com/blog/2007/07/21/saitek-eclipse-ii-apague-as-luzes-e-boa-diversao/ http://juliopreuss.com/blog/2007/07/21/saitek-eclipse-ii-apague-as-luzes-e-boa-diversao/#comments Sat, 21 Jul 2007 13:07:29 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/07/14/saitek-eclipse-ii-apague-as-luzes-e-boa-diversao/ Teclados não estão entre os produtos mais interessantes de se analisar – tanto que esta é só a segunda vez que um aparece aqui no Ponto de Teste (o Leadership Gamer foi o primeiro). Ainda mais um modelo que não é sem fio e não tem acessórios coloridos nem aquela disposição ergonômica das teclas dos topo-de-linha dos fabricantes mais conhecidos, como Logitech e Microsoft. Aliás, nem mesmo é de uma dessas marcas, mas da relativamente pequena Saitek.

Especializada em controles para games – mercado em que ocupa a segunda posição do ranking – a Saitek tem em sua linha de produtos nada menos que oito modelos de joysticks do tipo manche, cinco gamepads, dois volantes e um conjunto de pedais para simuladores de vôo. Além de dois mouses, três teclados e um keypad – tudo especialmente projetado com os jogadores em mente.

O objeto deste teste é o teclado USB Eclipse II, lançado nos Estados Unidos há pouco mais de um ano, com preço original de US$ 70. Aqui no Brasil, por enquanto só é encontrado em importadores especializados, na casa dos R$ 300. É caro, mas bem mais justo do que os R$ 500 a R$ 650 que nossos grandes sites de comércio eletrônico cobram pelo já ultrapassado Blue Eclipse, da geração anterior.

Leia o teste completo no WNews

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Que Second Life, que nada. O mundo virtual é cor de rosa http://juliopreuss.com/blog/2007/07/18/que-second-life-que-nada-o-mundo-virtual-e-cor-de-rosa/ http://juliopreuss.com/blog/2007/07/18/que-second-life-que-nada-o-mundo-virtual-e-cor-de-rosa/#comments Wed, 18 Jul 2007 14:18:21 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/07/18/que-second-life-que-nada-o-mundo-virtual-e-cor-de-rosa/ Como se não bastasse as grandes empresas que haviam aderido ao hype do SL estarem abandonando suas ilhas, a Scientific America revelou que o mundo virtual que mais cresce atualmente é o feminino Barbie Girls, com 3 milhões de habitantes em três meses de operação (o Second Life demorou três anos para chegar ao primeiro milhão).

Segundo as contas do TechCrunch, se mantiver a taxa de 50 mil novas usuárias por dia, o mundo cor de rosa da Mattel vai superar o Second Life e o World of Warcraft até o fim do ano. Bem que eu sempre disse que um mundo virtual “de massa” ainda estaria mais para Virtual Magic Kingdom do que para SL e outras extravagâncias 3D.
Via Futuro.vc

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Nintendo Wii: uma nova categoria de videogame http://juliopreuss.com/blog/2007/07/14/nintendo-wii-uma-nova-categoria-de-videogame/ http://juliopreuss.com/blog/2007/07/14/nintendo-wii-uma-nova-categoria-de-videogame/#comments Sat, 14 Jul 2007 13:14:12 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/07/14/nintendo-wii-uma-nova-categoria-de-videogame/ Até meados de junho, pouco além de seis meses após o lançamento, mais de oito milhões de consoles Wii haviam sido vendidos em todo o mundo. Mais que o dobro do número de Playstation 3 comercializados no período e apenas dois milhões de unidades a menos que o total de XBox 360, lançado um ano antes. Um sucesso tão grande que fez o valor de mercado da Nintendo superar o da Sony pela primeira vez na história – ajudado pelo fato de a empresa lucrar com cada videogame vendido, enquanto os concorrentes perdem dinheiro no console para lucrar com os jogos.Os números impressionam, mas poderiam ser bem maiores.

Isso porque o Wii continua dificílimo de encontrar nas lojas, já que a Nintendo ainda não conseguiu dar conta da demanda. Obter um continua sendo questão de sorte, persistência ou disposição para pagar até duas vezes o preço de tabela, de US$ 250, no mercado paralelo, ou acitar comprá-lo junto com um monte de jogos e acessórios, já que lá não é proibido fazer venda casada. Aqui no Brasil, espere pagar pelo menos R$ 1,5 mil (cerca de US$ 750).

O Wii que avaliamos foi comprado nos Estados Unidos, graças ao serviço Wii Locator, que acompanha a disponibilidade e preço do console em diversas lojas virtuais. Ao perceber que a Amazon.com estava recebendo lotes diários do videogame – que se esgotavam em menos de 15 minutos – , passamos a visitar o site no horário de costume até conseguir encomendar um Wii pelos justos US$ 250 – e mandar entregar na casa de um parente por lá mesmo, já que a empresa não envia o produto para o Brasil.

Leia a coluna completa no WNews

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XBox Live Vision: videogame de olho em você http://juliopreuss.com/blog/2007/06/15/xbox-live-vision-videogame-de-olho-em-voce/ http://juliopreuss.com/blog/2007/06/15/xbox-live-vision-videogame-de-olho-em-voce/#comments Fri, 15 Jun 2007 13:36:19 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/06/15/xbox-live-vision-videogame-de-olho-em-voce/ O Ponto de Teste já publicou uma avaliação do XBox 360 na época de seu lançamento e, mais recentemente, analisamos a nova versão da Live, a rede de diversão online que a Microsoft mantém para os jogadores do console. Neste último teste, mencionamos a possibilidade de realizar videochats pela Live, desde que se adquira, por US$ 40 (nos EUA), no kit com um headset extra, a webcam Live Vision, feita especialmente para o XBox 360. Pois agora é a vez de testá-la!

Leia o teste completo no WNews

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XBox Live: videogame é só o começo http://juliopreuss.com/blog/2007/05/31/xbox-live-videogame-e-so-o-comeco/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/31/xbox-live-videogame-e-so-o-comeco/#comments Thu, 31 May 2007 19:48:55 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/31/xbox-live-videogame-e-so-o-comeco/ O XBox 360 já foi assunto de uma avaliação do Ponto de Teste, na época de seu lançamento , mas a empolgação com o console e os primeiros games para ele que não se falou o suficiente da Live, a rede de diversão online que a Microsoft criou para interligar os jogadores. Agora, com a Live atualizada, o videogame já distribuído regularmente no Brasil e muito amigos com quem jogar, é hora de reexaminar esse universo.

A porta de entrada para a XBox Live é uma conexão de banda larga. Se você já tem uma rede doméstica para compartilhar o acesso à Internet, é só plugar o cabo fornecido com o console no roteador. Caso você tenha uma rede sem fios e o videogame esteja em outro cômodo, não é preciso cabear a casa inteira: basta comprar o adaptador Wi-Fi opcional, encaixá-lo na traseira do console e entrar na rede via conexão 802.11g.

Leia o teste completo no WNews

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Documentário sobre os gold-farmers chineses http://juliopreuss.com/blog/2007/05/23/documentario-sobre-os-gold-farmers-chineses/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/23/documentario-sobre-os-gold-farmers-chineses/#comments Wed, 23 May 2007 17:54:43 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/23/documentario-sobre-os-gold-farmers-chineses/ Quem joga games massivos já sabe da existência da indústria do “gold-farming”, a prática de usar mão de obra barata (geralmente chinesa) para acumular riquezas virtuais e aumentar o poder de personagens em jogos como World of Warcraft e Lineage. O produto desse trabalho é depois vendido em sites de leilão para jogadores que têm mais dinheiro do que tempo livre – quase sempre em países de primeiro mundo. Até a BBC já faz matéria a respeito.

Se você tem curiosidade de entender melhor esse mercado – desde a origem das primeiras fazendas, que acabaram falindo depois que a concorrência derrubou a taxa de câmbio entre o dinheiro virtual e o real, até o que passa na cabeça dos trabalhadores virtuais chineses – discriminados pelos jogadores “amadores”, não pode perder o documentário Chinese Gold Farmers, de Ge Jin “Jingle”, ainda em fase de produção.

O sino-americano rodou os dois países em busca de histórias e depoimentos de jogadores e “fazendeiros”, descobrindo pérolas como a vila chinesa que se tornou menos violenta depois que as gangues de jovens trocaram as brigas de rua pelos empregos virtuais e o faxineiro de Las Vegas que emprestou sua identidade para um amigo chinês poder movimentar o dinheiro de sua gold-farm e acabou falido no mundo real. Confira a sinopse e um trailer no site do filme.

Via Freakonomics

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Mundos virtuais terão 50 milhões de habitantes até 2011. E isso ainda é pouco http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/mundos-virtuais-terao-50-milhoes-de-habitantes-ate-2011-e-pouco/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/mundos-virtuais-terao-50-milhoes-de-habitantes-ate-2011-e-pouco/#comments Tue, 22 May 2007 21:43:32 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/mundos-virtuais-terao-50-milhoes-de-habitantes-ate-2011-e-pouco/ Estudo do Gartner de quase um mês atrás (desculpem o atraso) prevê que, daqui a apenas quatro anos, 80% dos internautas ativos terão avatares em mundos virtuais (não necessariamente no Second Life, eles frisaram).

O instituto de pesquisa ainda enumerou cinco leis para guiar as estratégias de empresas que pretendam se estabelecer nesses mundos – se alguém as quiser ler traduzidas, é só deixar um comentário pedindo que assim que der eu providencio.

Wagner James Au, do GigaOM, conversou com o analista do Gartner para entender melhor o conceito de “internautas ativos” e descobriu que foram considerados só os “heavy users”, todos conectados por banda larga. Assim, o percentual perde o impacto!

Já a população de 50 milhões, que Wagner comparou aos 20 milhões do coreano Cyworld, 8 milhões do World of Warcraft e 7 milhões do Habbo Hotel (e eu acrescento os 6,6 milhões do Second Life), nem é tão maior que a que já existe hoje. Segundo ele, uma outra analista prevê que só a China terá 26 milhões de pessoas virtuais em 2011. Nada como um bom olhar crítico sobre os destaques dessas pesquisas…

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Hackeando o PSP para desbloquear a região do DVD – parte 2 http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/hackeando-o-psp-para-desbloquear-a-regiao-do-dvd-parte-2/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/hackeando-o-psp-para-desbloquear-a-regiao-do-dvd-parte-2/#comments Tue, 22 May 2007 20:16:47 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/22/hackeando-o-psp-para-desbloquear-a-regiao-do-dvd-parte-2/ Semana passada comecei a narrar minha epopéia para tentar desbloquear a região de um DVD player da Sony, usando códigos de infravermelho que deveriam ser transmitidos por um notebook, PDA, celular, controle remoto universal ou PSP. Escolhi o último, não só pelas circunstâncias, mas pela ironia de usar um produto da Sony para hackear outro.

Só que, para isso, primeiro seria preciso desbloquear o próprio PSP para rodar programas “feitos em casa”, conhecidos internacionalmente como “homebrew”. O assunto rendeu polêmica nos comentários da última coluna porque muitos acharam que eu estava incentivando a pirataria. Não era essa a intenção. Um PSP desbloqueado não é como um PS2, no qual a alteração tem como único objetivo rodar jogos piratas.

No portátil, o desbloqueio também abre caminho para o uso de programas caseiros, como o de controle-remoto que eu precisava instalar. Se pensarmos que o PSP é um computador portátil com um belo LCD e conectividade WiFi, nada mais justo do que poder usá-lo para mais do que apenas jogar, sem ficar restrito ao que aos programas que a Sony referendou.

Hackear um PSP é ilegal? Sinceramente, não sei. Lá nos Estados Unidos, não parece ser – os únicos tabus nos sites especializados são a distribuição de ISOs de jogos piratas, por motivos óbvios, e de versões antigas do firmware (algo como o sistema operacional do PSP), que também tem seus direitos autorais reservados à Sony. Há quem diga que como o harware é seu, você tem o direito de fazer o que quiser com ele, mas esta opinião esta longe de ser um consenso.

Ao hackear o seu PSP você pode estar violando o termo de uso do produto e certamente estará comprometendo a garantia e o suporte do aparelho, mas dificilmente será considerado um criminoso ou processado pela Sony. Nem os hackers mais famosos do submundo do PSP são incomodados pela empresa japonesa. Um deles, em entrevista recente à BBC, afirmou que como a Sony nunca o procurou, tem confiança de que o que faz não é ilegal. E um representante da empresa ouvido na mesma reportagem disse que o problema deles não é com o homebrew, mas com a pirataria.

O que a empresa faz, sim, para coibir a prática e a disseminação tanto dos jogos piratas quanto dos homebrews é tentar – até agora sem sucesso – impedir de todo jeito que o PSP rode programas não certificados (para certificar um, o desenvolvedor precisa pagar royalties à empresa). Cada nova versão do firmware do PSP vem mais protegida, mas os hackers de plantão sempre dão um jeitinho de liberar tudo de novo, geralmente explorando bugs do próprio sistema ou de jogos específicos.

A versão 1.0 do firmware do PSP, presente apenas nos primeiros aparelhos vendidos no Japão, não tinha qualquer proteção contra a execução de programas alternativos. A 1.50, dos primeiros PSPs vendidos nos Estados Unidos, também rodava homebrews facilmente – o que fez dela a preferida dos programadores independentes. Até hoje, a maioria dos programas caseiros só roda ou tem uma versão que roda no 1.50.

Como os novos PSP naturalmente começaram a vir com firmwares atualizados e muita gente já tinha feito upgrade de firmware para rodar algum jogo mais recente, os hackers tiveram que entrar em cena para criar os chamados “downgraders”, que permitem retroceder para uma versão antiga do firmware. Um dos mais famosos explorava um bug do jogo Grand Theft Auto – Liberty City Stories, o que fez o preço do jogo usado disparar nos sites de leilões depois que a falha foi corrigida.

O problema de fazer o downgrade para uma versão antiga do firmware é que os jogos novos se recusam a rodar. Pelo menos até um tal de Dark Alex, codinome do estudante espanhol Alejandro, passar a desenvolver seus próprios firmwares, que reúnem os recursos das versões mais novas com a capacidade de rodar homebrews do 1.50. Não é à toa que um frequentador de um fórum sobre PSP criou o lema: “Se o PSP é a Matrix, Dark Alex é o Neo”.

No meu caso, nem precisei instalar nenhum dos firmwares alternativos… bastou o Homebrew Enabler (HEN), um programinha que permite a execução de homebrews num PSP com firmware 2.71. Como o meu ainda era o 2.6 (há muito não compro jogos para o PSP, que uso mais para ver filmes durante viagens longas), antes precisei catar na internet o upgrader para a versão correta do firmware (pois a Sony só faria a atualização para a 3.XX).

Quem tem uma versão mais nova, precisa de um downgrader ou de um dos novos firmwares abertos (a última versão, quando este texto foi escrito, era a 3.40). E deve ficar de olho também no modelo da placa de circuto do PSP, já que os que usam uma tal de TA-082 não aceitam qualquer downgrader/firmware e podem “brickar”, o termo que a comunidade homebrewer usa para os PSPs que não são desbloqueados corretamente e param de funcionar, tornando-se tão úteis quanto tijolos (bricks, em inglês).

Para saber se o seu PSP é um TA-082, a melhor dica que encontrei é olhar pelo slot do UMD e procurar um código impresso, como o desta foto. Não sei se é 100% garantido, mas como as outras soluções envolviam desmontar o aparelho, preferi confiar nesta. Felizmente, o meu não era mesmo.

O Homebrew ENabler explora um bug no visualizador de fotos da interface do PSP. Você copia um monte de arquivos para o MemoryStick, inclusive uma imagem TIFF que provoca um buffer overflow ou coisa parecida, permitindo que o programa entre em funcionamento. A tela fica toda azul e depois verde, indicando que o procedimento deu certo. A partir daí, é só instalar seus homebrews e comemorar!

Infelizmente, não foi bem esse o meu caso. O upgrade funcionou, o homebrew rodou e o envio de códigos infravermelho, também. Mas o tal código que deveria ter desbloqueado as regiões do DVD, ainda não. Agora vou tentar com um Palm ou coisa parecida. Se funcionar, teria me poupado uma trabalheira enorme, mas eu não teria aprendido tanto sobre hacks de PSP. :-)

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0

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Wii de volta às lojas, a preço justo http://juliopreuss.com/blog/2007/05/17/wii-de-volta-as-lojas-a-preco-justo/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/17/wii-de-volta-as-lojas-a-preco-justo/#comments Thu, 17 May 2007 15:45:38 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/17/wii-de-volta-as-lojas-a-preco-justo/ Desde janeiro consulto regularmente o Wii Locator em busca de lojas virtuais que tenham o Wii em estoque. A Walmart e o GameStop até costumam ter, mas só em bundles com um monte de jogos que triplicam o preço do console e aqui no Brasil seriam considerados venda casada. Decidi que só compraria quando pudesse pagar os US$ 250 de tabela.

Nos últimos dias, o tracker vinha acusando Wiis a esse preço na Amazon, mas eles não duravam mais de 15 minutos. Passei a manter o site aberto e dar refresh de tempos em tempos e hoje pedi para minha namorada fazer o mesmo. Não é que ela acabou de conseguir comprar? Melhor ainda, vai ser meu presente de aniversário :-)

Infelizmente, isso não resolve para quem quer comprar aqui no Brasil, mas se você tem parentes fnos Estados Unidos (como é o meu caso) para onde enviar e alguém que possa trazer de lá num futuro próximo (o meu virá mês que vem), a dica é ficar de olho no Wii Locator e na Amazon. Ao que parece, a escassez está diminuindo.

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Caça às bruxas http://juliopreuss.com/blog/2007/05/03/caca-as-bruxas/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/03/caca-as-bruxas/#comments Thu, 03 May 2007 22:56:04 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/03/caca-as-bruxas/ Um estudante de origem chinesa foi considerado “ameaça terrorista de nível 3″ e, portanto, transferido para um “centro de educação alternativa” e impedido de se formar junto com a turma por ter criado um cenário para o CounterStrike baseado no mapa de sua agora ex-escola. Foi denunciado pelos próprios pais, depois de uma reclamação de pais de colegas com quem ele compartilhou sua criação.

Já o autor da tirinha abaixo foi sumariamente demitido de um projeto da Marinha Americana porque andou conversando com seus colegas sobre seus planos de comprar um rifle para praticar tiro-ao-alvo. A ironia é que ele queria um de calibre .22 que não fosse semi-automático, para ser o menos perigoso possível.

Deu azar de ter tocado no assunto no dia do massacre da Virginia. Alguns colegas foram reclamar com o chefe que não se sentiam mais seguros trabalhando junto com ele e no dia seguinte o cara estava na rua. E o chinês do CounterStrike deu azar de ser asiático, mesma origem do maluco do episódio da Virginia Tech.

Ainda bem que por aqui não há essa paranóia, ou o meu apreço aos games e uma visita recente a um estande de tiro durante uma viagem de trabalho provavelmente me custariam o emprego. :-)

Three Panel Soul

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