Como funciona a busca do Google, segundo o NYT
June 6, 2007 on 6:25 pm | In SEO, google | No CommentsCom a semana encurtada pelo feriado e muitas pendências para resolver, a freqüência de posts caiu bastante, mas espero retomar o ritmo na semana que vem. Enquanto isso, não percam a matéria do NYT sobre o mais antigo recurso do Google: a busca. Com algumas raras informações de bastidores sobre PageRank e afins. E já que o assunto é busca, o que vocês acharam do novo Ask.com?
Já pensou em otimizar seu filho para buscas?
May 30, 2007 on 6:48 pm | In SEO, google, pressdelete, web20 | No CommentsSearch Engine Optimization (SEO) já é coisa do passado. Se você teve filho recentemente ou pretende ter, é hora de pensar em otimizá-lo para buscas. É o que David Berkowitz, da 360i, chamou de Baby Name Optimization na última edição do Search Insider, sua coluna no MediaPost.
A inspiração de Berkowitz foi uma nota do Boston.com, que, por sua vez, citava (mas não linkava) uma matéria do WallStreet Journal mencionando que futuros papais estavam buscando possíveis nomes de bebês para ver se os herdeiros teriam muita concorrência no Google.
O resultado foi uma lista com dez dicas de otimização de nomes de bebês, mas que também podem servir para produtos e marcas em geral. Como Berkowitz concluiu, se os profissionais de marketing muitas vezes se referem a seus produtos como “filhos”, agora podem pensar nos filhos como marcas.
PS: se alguém quiser a tradução da lista, deixe um comentário que eu providencio rapidinho. Fiquei com preguiça de traduzir sem saber se alguém vai ler :-)
Proteção contra cópia de conteúdo de blogs
May 17, 2007 on 12:38 am | In SEO, pressdelete, rss, web20 | No CommentsAssisti hoje a uma discussão sobre o uso de ferramentas para reproduzir posts de um conjunto de blogs em um outro, automaticamente. A intenção nem era fazer blog scraping, a abominável prática de roubar conteúdo alheio para aumentar a relevância de seu site, mas agregar posts de vários blogs “irmãos” sob uma única home. Vão testar o RSStoBlog, um programa vendido num site pra lá de tosco, para ver se resolve. Depois eu conto o resultado.
Mas o assunto me lembrou um selo que observei dias atrás num blog americano: “Page protected by Copyscape. Do not copy”. Tratei de pesquisar o tal de Copyscape e descobri que é uma ferramenta de busca de conteúdo plagiado. Você fornece a URL do seu site e ele faz uma busca pelo seu texto, dedurando os possíveis plagiadores. O serviço gratuito é limitado a 20 buscas por mês e retorna apenas quatro resultados para cada, mas já dá para ver como funciona.
Testei com este blog mesmo e os resultados de fato eram cópias do meu conteúdo. Duas oficiais, nos sites de onde reproduzo minhas próprias colunas, e duas cópias indevidas desses mesmos sites. Na versão paga (US$ 0,05 por busca, comprados em créditos pré-pagos), dá para automatizar as buscas, receber alertas de cópia e manter um registro das providências tomadas em cada caso.
Só que o serviço, na verdade, não previne nada – apenas ajuda a descobrir as cópias, coisa que se pode fazer direto no Google, com um pouco mais de trabalho. O efeito preventivo somente existirá se os banners tiverem alguma influência psicológica/moral sobre o copiador em potencial. Será que alguém deixa de plagiar um site só por causa de um aviso desses, ou isso não assusta ninguém?
Googleabout, o eliminador de links patrocinados
May 15, 2007 on 6:33 pm | In SEO, google, midia, pressdelete | No CommentsDica de Amit Agarwal, do Digital Inspiration: o parâmetro “?output=googleabout” após uma URL de busca do Google faz o buscador achar que se está pesquisando em sua área institucional e, portanto, não exibir links patrocinados do AdWords/AdSense no resultado.
Experimente: google.com/search?output=googleabout
Fiz o teste procurando por “câmera digital”. Compare o resultado normal com o filtrado.
Google terá gadgets como publicidade no AdSense
May 15, 2007 on 12:44 pm | In SEO, google, midia, web20 | No CommentsA notícia já é meio antiga, mas como acabou de ser assunto de um bate-papo com o Tristão, achei que valia a pena registrar aqui. Segundo Nial Kennedy, citando artigo do Online Media Daily sobre a versão beta do serviço, até o fim do ano o Google passará a incluir gadgets (ou widgets ou badges, dependendo do freguês) entre os formatos de anúncios veiculados via AdSense. O Google Analytics também será atualizado para medir o retorno de ações com gadgets, tanto pagas quanto gratuitas.
Isso me lembra a ação que fizemos na versão online de um grande jornal carioca, por ocasião da Copa do Mundo de 2002. Ninguém falava em badges naquela época e não tínhamos tecnologia para fazer nada dinâmico, então desenhamos um GIF verde-e-amarelo que exibia quatro chamadas para a página de esportes do site. Duas vezes por dia, um jornalista editava a imagem no Photoshop e subia o arquivo novo por FTP. Mais artesanal, impossível.
Publicamos o código para inseri-lo num site qualquer, com link para nossa home de esportes, e divulgamos como “Torça pelo Brasil colocando notícias da Copa atualizadas gratuitamente no seu site”. Virou uma das três maiores fontes de audiência do site. Depois da Copa, foi redesenhado para exibir notícias de esportes em geral e continuou sendo usado em páginas de torcidas, clubes, provedores de acesso e por aí vai.
A ironia da história é que, quando apresentamos os resultados à diretoria do jornal, teve gente que achou um absurdo “darmos nossas notícias” de graça e perguntou se não podíamos cobrar por isso. Expliquei que aquilo era só o nosso discurso, que o consumo do conteúdo era no nosso site e que também poderíamos divulgar como “faça propaganda para o nosso site de graça”, mas os resultados não seriam tão bons. O que será que diriam, naquela época, se alguém propusesse pagar para outros sites veicularem nossos widgets?
Pesquisa comprova e explica o sucesso da Wikipedia
April 27, 2007 on 11:01 pm | In SEO, google, midia, pressdelete, web20 | No CommentsUm relatório da Pew Internet publicado esta semana mostra que um terço dos internautas americanos acessa a enciclopédia colaborativa, que já tem seis vezes mais audiência que o Yahoo! Answers, segundo colocado no ranking de sites educativos e de referência. Não há nenhuma outra enciclopédia online entre os dez primeiros da categoria.
A popularidade da Wikipedia aumenta entre a população de maior renda e escolaridade e se deve principalmente ao bom posicionamento de suas páginas nos resultados de busca – 70% dos acessos ao site na semana da pesquisa vieram de buscadores, sendo 50% só do Google. E a enciclopédia tem se mantido firme entre os dez sites mais acessados.
A Pew credita o sucesso da Wikipedia nas ferramentas de busca à sua estrutura interna de links e ao modelo que estimula o uso de links internos e externos (estes últimos abominados pela maioria dos grandes sites tradicionais, receosos de “perder” visitantes). O fato de ter se tornado A referência em diversos assuntos também ajuda, já que rende uma enormidade de links PARA a enciclopédia.
Via Micropersuasion
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