juliopreuss.com Blog » teste http://juliopreuss.com/blog Um agregador do que escrevo por aí... Fri, 31 Jul 2009 15:07:41 +0000 http://wordpress.org/?v=2.8.4 en hourly 1 Nano: o mais popular dos iPods http://juliopreuss.com/blog/2007/08/31/nano-o-mais-popular-dos-ipods/ http://juliopreuss.com/blog/2007/08/31/nano-o-mais-popular-dos-ipods/#comments Sat, 01 Sep 2007 01:53:22 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/08/31/nano-o-mais-popular-dos-ipods/ Embora a Apple não divulgue os números de vendas por modelo, é seguro apostar que o Nano atual deu uma grande contribuição para a impressionante marca, atingida em abril deste ano, de 100 milhões de iPods vendidos. Anunciada em setembro de 2005, a primeira geração do iPod Nano veio para substituir o Mini, lançado no início de 2004 e atualizado no ano seguinte, quando foi avaliado aqui no Ponto de Teste.

Disponíveis apenas em preto ou branco, os Nanos tinham visual semelhante aos iPods originais, parecendo uma versão bem reduzida do iPod Video (a quinta geração do player da Apple) que seria lançado no mês seguinte, mas eram diferentes de todos os demais iPods (exceto, atualmente, o Shuffle) por usar memória flash, e não um HD miniatura – o que garante melhor rendimento da bateria e resistência a impactos.

Praticamente um ano depois chegou ao mercado a segunda encarnação do Nano, agora em corpo metálico e com seis opções de cores, lembrando muito mais os aposentados Minis do que quaisquer outros integrantes da família iPod. Rumores dão conta que uma nova atualização estaria por vir (esta versão está prestes a completar um ano, afinal), mas isso não quer dizer que não devamos testar um Nano de segunda geração.

Leia o teste completo no WNews

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Seu celular tem dado em casa? http://juliopreuss.com/blog/2007/08/15/seu-celular-tem-dado-em-casa/ http://juliopreuss.com/blog/2007/08/15/seu-celular-tem-dado-em-casa/#comments Wed, 15 Aug 2007 16:34:09 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/08/15/seu-celular-tem-dado-em-casa/ Há alguns meses, ao adquirir meu Nokia E61, eu já sabia que precisaria contratar algum pacote de dados. Em minhas duas experiências anteriores com smartphones, aprendi que se começamos a usar o aparelho para acessar a internet, trocar mensagens instantâneas e outras coisas que exigem conexão – além de simplesmente falar – a conta pode trazer surpresas desagradáveis.

Assim, ainda na loja da TIM, tratei de solicitar um pacote de dados junto com o plano de voz que havia escolhido. A vendedora mal-treinada, depois de consultar sua colega e ligar para uma outra, afirmou que eu teria que levar dois chips (os SIM cards) diferentes – um para voz e outro para dados – e trocá-los quando quisesse fazer uma ou outra coisa. Respondi que isso era inadmissível.

Após algumas tentativas infrutíferas de convencer a pobre criatura de que pacote de dados e plano de dados são coisas diferentes, achei melhor levar o aparelho com o plano de voz e contratar o pacote de dados depois, pela central de atendimento. Obviamente, só fui lembrar de fazer isso quando recebi minha segunda conta, com uma cobrança de mais de R$ 100 pelo tráfego uns 20 MB de dados. Burrice minha.

Bastou um telefonema para a TIM para assinar um dos três pacotes de dados que a operadora oferece (40 MB, 250 MB e 1 GB) a preços excelentes. Até o fim de agosto, os primeiros seis meses saem a R$ 9,90, R$ 19 e R$ 49 mensais, respectivamente. Depois, voltam a valer os preços normais, ainda bem razoáveis: R$ 19, R$ 29 e R$ 69 – bem abaixo do que pedem as concorrentes e do que o otário aqui pagou por reles 20 MB de tráfego.

Escolhi o pacote de 250 MB, o que ainda me rendeu mais uma pérola de atendimento despreparado: “Senhor, o seu plano de voz já inclui 250 ká-bê de dados”. Tive que explicar à infeliz que “ká-bê” e “eme-bê” são coisas mil vezes diferentes, mas consegui o que queria. E aproveitei para cancelar o TIM Casa que me empurraram sem eu pedir e, depois do terceiro mês, começou a custar R$ 30 sem nunca ter sido usado.

No trabalho, onde há pelo menos mais uma dúzia de usuários do E61, o pacote de dados mais popular é o de 1 GB. E todos os que o escolheram fazem questão de dizer que é praticamente ilimitado – ainda mais quando se pode usar a rede WiFi da empresa durante boa parte do tempo. Eu costumo responder que sim, desde que não se use celular para conectar o computador de verdade à internet.

Conectando o computador à internet via celular

Embora muita gente se esqueça disso – inclusive um colega que fez uma segunda assinatura da TIM para ganhar o tal modem celular que eles estão subsidiando para os assinantes do maior plano (não o pacote) de dados – quase todo celular digital que se preza pode ser usado como modem. E o nosso E61 não é exceção – já vem até com o cabo USB necessário para conectá-lo a um computador sem Bluetooth.

Como não brincava de usar o celular como modem desde quando fiz meu Ericsson T68 conversar por infravermelho com um Pocket PC para acessar a internet durante uma viagem, decidi experimentar com a tecnologia atual. Instalei o Nokia PC Suite no desktop, pluguei o E61 via USB, tirei o cabo de rede do roteador e mandei conectar à Internet via “modem USB” – que, na verdade, era o próprio celular. Não funcionou de primeira porque eu não vi que tinha que selecionar a operadora, mas assim que fiz isso no menu drop-down, a conexão pôde ser estabelecida.

Entrei em alguns sites e mandei e-mails usando a conexão celular e achei a velocidade bastante razoável. Para ter dados mais objetivos, acessei alguns daqueles “velocímetros” online e obtive uma média de 140 kbps – mais que o dobro da máxima teórica de 56 kbps de uma conexão discada, mas menos que a metade do limite de 384 kbps da tecnologia EDGE oferecida pelo E61.

Aproveitei para comparar com o desempenho de um PC-Card 1xEV-DO da Vivo (vulgo Vivo ZAP 3G). Esta tecnologia tem limites teóricos de taxas de download na casa dos 2.000 kbps e de upload em torno de 200 kbps. Na prática, os valores informados pelos pouco precisos velocímetros variaram muito, de 100 kbps a quase 800 kbps. Mas deu pra ver que, exceto pelos engasgos, a plaquinha da Vivo pode ser bem mais rápida.

Minhas conclusões: em primeiro lugar, é óbvio que nenhuma das soluções substitui uma conexão de banda larga de verdade – uma linha ADSL de 2 MB atinge uns 1.800 kbps com muito mais estabilidade e não fica tão mais lenta no upload. Dito isto, as conexões móveis podem ser muito úteis – não só quando estamos longe de um ponto de rede (inclusive WiFi), mas como backup.

Tenho um amigo que trabalha em casa e já pensou em assinar tanto o Virtua quanto o Velox para ter uma redundância de conexão melhor que o velho modem de 56 kbps. Hoje bastaria um celular. Eu, pelo menos, não pensarei duas vezes na próxima ocasião em que o Velox sair do ar. Traterei de conectar via celular, tomando só o cuidado de desligar o Azureus e evitar atividade que movimentem muitos dados.

Se for para uso constante, a placa EV-DO é a melhor opção para profissionais móveis terem em seus notebooks, pois tem velocidade comparável ao dos planos básicos de acesso via cabo e ADSL. Já o modem celular GSM que a TIM “deu” para o colega citado no início do texto eu continuo achando totalmente desnecessário. Como conexão dedicada, perde para a placa da Vivo. Para uso eventual, é bem menos conveniente que um celular que já costumamos ter mesmo e no qual podemos usar o pacote de dados para outras finalidades.

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0

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Samsung R-130: Adeus ao videocassete http://juliopreuss.com/blog/2007/08/07/samsung-r-130-adeus-ao-videocassete/ http://juliopreuss.com/blog/2007/08/07/samsung-r-130-adeus-ao-videocassete/#comments Tue, 07 Aug 2007 14:41:05 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/08/07/samsung-r-130-adeus-ao-videocassete/ Você compraria um aparelho de videocassete hoje em dia? A não ser que seja uma pessoa muito conservadora (para não dizer “ultrapassada”), ou tenha uma vasta coleção de filmes em fitas VHS, não há mais razão para isso. Aliás, não é nada fácil comprar um videocassete atualmente: quando este texto foi escrito, não havia um único modelo listado em uma das maiores lojas virtuais brasileiras.O único problema da substituição dos videocassetes por tocadores de DVD é que, na maioria dos casos, perde-se a capacidade de gravar seus programas favoritos da TV. A não ser, é claro, que se invista em um gravador de DVDs. Estes aparelhos, que até recentemente custavam caro e só eram comprados por aficionados, agora são quase tão acessíveis quanto os DVDs. Na verdade, são até mais baratos que um tocador de DVD de dois anos atrás.

Uma pesquisa na mesma loja virtual mencionada no primeiro parágrafo revela mais de 20 modelos de DVD-Rs, ou DVD Recorders, com preços a partir de R$ 330. Entre eles está o R-130, da Samsung, objeto desta avaliação. Seu preço atual varia entre R$ 350 e R$ 500, mas o exemplar que testamos custou bem menos que isso: veio de brinde na compra de uma TV de LCD. Viu só como gravador de DVD está virando coisa comum?

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Aliph Jawbone: a Ferrari dos fones Bluetooth http://juliopreuss.com/blog/2007/08/01/aliph-jawbone-a-ferrari-dos-fones-bluetooth/ http://juliopreuss.com/blog/2007/08/01/aliph-jawbone-a-ferrari-dos-fones-bluetooth/#comments Wed, 01 Aug 2007 14:45:52 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/08/01/aliph-jawbone-a-ferrari-dos-fones-bluetooth/ Quem achava que todos os headsets Bluetooth eram iguais, variando apenas no tamanho e visual, precisa conhecer o Jawbone, da desconhecida Aliph, e rever seus conceitos. Se é para dar uma de maluco, falando aparentemente sozinho, com o aparelhinho pendurado na orelha, que seja com o melhor e mais bonito deles – um sonho de consumo que tem sido apresentado na mídia como o acessório ideal para o iPhone.

Há que se dizer que nossa experiência com ele não começou nada bem. Encomendamos um, por salgados US$ 130, do site do fabricante, para ser entregue na casa de um parente, nos Estados Unidos. Dias depois, recebemos uma carta da empresa, no endereço aqui do Brasil, avisando que não aceitava cartões de crédito de outros países e dando uma semana para fornecermos um cartão americano ou o pedido seria cancelado.

Sem acesso a um cartão de lá, desistimos da compra e tratamos de encontrar outro lugar para encomendar o Jawbone – desta vez uma loja virtual parceira da Amazon.com. E não é que acabamos com dois aparelhos idênticos na mão? Sabe-se lá por que, a Aliph enviou (e cobrou, claro) o headset que havia se negado a vender. Para não lhe dar o trabalho de devolver um, o Jawbone extra virou presente para o tal parente americano.

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Saitek Eclipse II: apague as luzes e boa diversão http://juliopreuss.com/blog/2007/07/21/saitek-eclipse-ii-apague-as-luzes-e-boa-diversao/ http://juliopreuss.com/blog/2007/07/21/saitek-eclipse-ii-apague-as-luzes-e-boa-diversao/#comments Sat, 21 Jul 2007 13:07:29 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/07/14/saitek-eclipse-ii-apague-as-luzes-e-boa-diversao/ Teclados não estão entre os produtos mais interessantes de se analisar – tanto que esta é só a segunda vez que um aparece aqui no Ponto de Teste (o Leadership Gamer foi o primeiro). Ainda mais um modelo que não é sem fio e não tem acessórios coloridos nem aquela disposição ergonômica das teclas dos topo-de-linha dos fabricantes mais conhecidos, como Logitech e Microsoft. Aliás, nem mesmo é de uma dessas marcas, mas da relativamente pequena Saitek.

Especializada em controles para games – mercado em que ocupa a segunda posição do ranking – a Saitek tem em sua linha de produtos nada menos que oito modelos de joysticks do tipo manche, cinco gamepads, dois volantes e um conjunto de pedais para simuladores de vôo. Além de dois mouses, três teclados e um keypad – tudo especialmente projetado com os jogadores em mente.

O objeto deste teste é o teclado USB Eclipse II, lançado nos Estados Unidos há pouco mais de um ano, com preço original de US$ 70. Aqui no Brasil, por enquanto só é encontrado em importadores especializados, na casa dos R$ 300. É caro, mas bem mais justo do que os R$ 500 a R$ 650 que nossos grandes sites de comércio eletrônico cobram pelo já ultrapassado Blue Eclipse, da geração anterior.

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Nintendo Wii: uma nova categoria de videogame http://juliopreuss.com/blog/2007/07/14/nintendo-wii-uma-nova-categoria-de-videogame/ http://juliopreuss.com/blog/2007/07/14/nintendo-wii-uma-nova-categoria-de-videogame/#comments Sat, 14 Jul 2007 13:14:12 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/07/14/nintendo-wii-uma-nova-categoria-de-videogame/ Até meados de junho, pouco além de seis meses após o lançamento, mais de oito milhões de consoles Wii haviam sido vendidos em todo o mundo. Mais que o dobro do número de Playstation 3 comercializados no período e apenas dois milhões de unidades a menos que o total de XBox 360, lançado um ano antes. Um sucesso tão grande que fez o valor de mercado da Nintendo superar o da Sony pela primeira vez na história – ajudado pelo fato de a empresa lucrar com cada videogame vendido, enquanto os concorrentes perdem dinheiro no console para lucrar com os jogos.Os números impressionam, mas poderiam ser bem maiores.

Isso porque o Wii continua dificílimo de encontrar nas lojas, já que a Nintendo ainda não conseguiu dar conta da demanda. Obter um continua sendo questão de sorte, persistência ou disposição para pagar até duas vezes o preço de tabela, de US$ 250, no mercado paralelo, ou acitar comprá-lo junto com um monte de jogos e acessórios, já que lá não é proibido fazer venda casada. Aqui no Brasil, espere pagar pelo menos R$ 1,5 mil (cerca de US$ 750).

O Wii que avaliamos foi comprado nos Estados Unidos, graças ao serviço Wii Locator, que acompanha a disponibilidade e preço do console em diversas lojas virtuais. Ao perceber que a Amazon.com estava recebendo lotes diários do videogame – que se esgotavam em menos de 15 minutos – , passamos a visitar o site no horário de costume até conseguir encomendar um Wii pelos justos US$ 250 – e mandar entregar na casa de um parente por lá mesmo, já que a empresa não envia o produto para o Brasil.

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Nokia E61: smartphone versátil e econômico http://juliopreuss.com/blog/2007/06/27/nokia-e61-smartphone-versatil-e-economico/ http://juliopreuss.com/blog/2007/06/27/nokia-e61-smartphone-versatil-e-economico/#comments Wed, 27 Jun 2007 13:47:12 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/06/27/nokia-e61-smartphone-versatil-e-economico/ Celulares com conectividade Wi-Fi ainda são exceção. Em parte, porque só os aficionados demandam o recurso e, em parte, porque não interessa às operadoras permitir ou incentivar o uso de uma conexão de dados mais rápida que as redes celulares atuais e na qual não podem cobrar pelo tráfego. Preferem que você acesse a Internet por GPRS, EDGE, 3G ou coisa parecida e pague por um pacote de dados.

Só isso já faria do Nokia E61 – um GSM quad-band com todas as opções de conexão mencionadas acima – um aparelho raro. Nem seu irmão gêmeo, o E62, oferece tudo isso. Aliás, não se deixe levar pelo número de modelo maior: as únicas diferenças do E62 para o E61 são a perda das conexões 802.11i/e/g e 3G e a mudança, esta para melhor, no plugue de dados e do fone de ouvido – no E61 é um conector proprietário para ambos e no E62, um mini-USB e um de fone padrão de 2,5mm.

Tirando ele, o único celular com Wi-Fi que já havíamos testado é o parrudo iPaq 6945 Mobile Messenger, da HP – mais para um PocketPC com celular (e GPS, que o E61 não tem) do que para smartphone. Na comparação entre os dois, o Nokia novamente mostra como é único: é 23% menor que o iPaq e custa no mercado brasileiro, graças ao incentivo da TIM, de seis a oito vezes menos: entre R$ 300 e R$ 400 para novos assinantes, dependendo do plano escolhido.
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XBox Live Vision: videogame de olho em você http://juliopreuss.com/blog/2007/06/15/xbox-live-vision-videogame-de-olho-em-voce/ http://juliopreuss.com/blog/2007/06/15/xbox-live-vision-videogame-de-olho-em-voce/#comments Fri, 15 Jun 2007 13:36:19 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/06/15/xbox-live-vision-videogame-de-olho-em-voce/ O Ponto de Teste já publicou uma avaliação do XBox 360 na época de seu lançamento e, mais recentemente, analisamos a nova versão da Live, a rede de diversão online que a Microsoft mantém para os jogadores do console. Neste último teste, mencionamos a possibilidade de realizar videochats pela Live, desde que se adquira, por US$ 40 (nos EUA), no kit com um headset extra, a webcam Live Vision, feita especialmente para o XBox 360. Pois agora é a vez de testá-la!

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XBox Live: videogame é só o começo http://juliopreuss.com/blog/2007/05/31/xbox-live-videogame-e-so-o-comeco/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/31/xbox-live-videogame-e-so-o-comeco/#comments Thu, 31 May 2007 19:48:55 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/31/xbox-live-videogame-e-so-o-comeco/ O XBox 360 já foi assunto de uma avaliação do Ponto de Teste, na época de seu lançamento , mas a empolgação com o console e os primeiros games para ele que não se falou o suficiente da Live, a rede de diversão online que a Microsoft criou para interligar os jogadores. Agora, com a Live atualizada, o videogame já distribuído regularmente no Brasil e muito amigos com quem jogar, é hora de reexaminar esse universo.

A porta de entrada para a XBox Live é uma conexão de banda larga. Se você já tem uma rede doméstica para compartilhar o acesso à Internet, é só plugar o cabo fornecido com o console no roteador. Caso você tenha uma rede sem fios e o videogame esteja em outro cômodo, não é preciso cabear a casa inteira: basta comprar o adaptador Wi-Fi opcional, encaixá-lo na traseira do console e entrar na rede via conexão 802.11g.

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Panasonic Lumix TZ3: superzoom cada vez mais compacto http://juliopreuss.com/blog/2007/05/21/panasonic-lumix-tz3-superzoom-cada-vez-mais-compacto/ http://juliopreuss.com/blog/2007/05/21/panasonic-lumix-tz3-superzoom-cada-vez-mais-compacto/#comments Mon, 21 May 2007 12:26:49 +0000 Julio Preuss http://juliopreuss.com/blog/2007/05/21/panasonic-lumix-tz3-superzoom-cada-vez-mais-compacto/ Ao tentar responder as freqüentes perguntas sobre que câmera comprar, costumamos indagar, antes de mais nada, se o interessado prefere um modelo que caiba no bolso ou um que tenha zoom poderoso – já que as duas qualidades nunca coexistiam. Até agora. Cada vez menores, as superzoom deixaram de ter, necessariamente, aspecto de câmera reflex e chegaram ao segmento das ultracompactas! Mérito das lentes asféricas!

Depois de clamar o título de menor câmera com lente de 28mm do mercado com a Lumix FX01 que experimentamos recentemente, a Panasonic partiu atrás do posto de menor zoom de 10X com a Lumiz TZ3, objeto desta avaliação. Em tempo: dentre as câmeras que já avaliamos aqui, a Kodak V610 perde por recorrer a duas lentes de 3X para emular o zoom de 10X e a Nikon Coolpix S4, por ser bem maior.

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