Novas câmeras, direto de Las Vegas
March 9, 2007 on 2:41 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, viagem, wnews | No CommentsNos últimos dois meses, antecipamos antecipamos 37 lançamentos que cinco grandes fabricantes de câmeras estavam para exibir na PMA, o evento anual da Photo Marketing Association International. Das novidades que já haviam sido anunciadas nas semanas anteriores à feira por marcas populares no Brasil, praticamente só faltou falar dos produtos da Sony, que prometi abordar esta semana, e da HP, de que falaremos na semana que vem.
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Canon apresenta câmera híbrida e outras novidades
March 2, 2007 on 2:21 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, viagem, wnews | No CommentsContinua a contagem regressiva para o evento anual da Photo Marketing Association International (PMA), que começa semana que vem. Depois de anteciparmos mais de 30 lançamentos da Nikon, Panasonic, Olympus e Samsung e antes de embarcarmos para Las Vegas para conhecer as novidades ao vivo, é hora de mostrar o que a Canon já anunciou que exibirá na feira. Depois, será a vez da Sony.
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Chega a vez da Nikon mostrar suas novidades
February 23, 2007 on 2:33 pm | In colunas, fotografia, fotografia-digital, gadgets, viagem, wnews | No CommentsO ritmo de lançamentos de 2007 está mais acelerado do que nunca. Nas últimas semanas, já comentamos mais de 20 produtos recém anunciados. Foram 10 novidades da Panasonic, sete da Olympus e seis e meia da Samsung. Hoje falaremos dos oito novos modelos anunciados pela Nikon nos últimos dias e, na semana que vem, dos lançamentos da Canon.
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Microsoft Streets & Trips 2006: não vá se perder por aí
February 14, 2007 on 12:40 pm | In GPS, georeferenciamento, review, teste, viagem, wnews | No CommentsBuscar mapas de endereços desconhecidos na Internet para facilitar a localização de um destino no mundo real já deixou de ser novidade há muito tempo. Mas, se você é adepto desse tipo de serviço, quantas vezes já saiu de casa com o mapinha impresso apenas para se ver perdido em uma rua que não aparece nele ou passar do ponto indicado e não fazer idéia de como retornar? Bem melhor seria ter a ferramenta sempre à mão, não é?
Isso já é possível em PDAs e alguns celulares há tempos, além de ser a especialidade daqueles aparelhos de GPS de painel que equipam automóveis topo-de-linha e que começam a chegar ao Brasil. Para quem tem um notebook, porém, a opção mais econômica e robusta pode ser um software como o Microsoft Streets&Trips, vendido lá fora por um pouco menos de US$ 40.
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Armadura e camuflagem para sua reflex digital
February 9, 2007 on 2:52 pm | In ces, colunas, fotografia, fotografia-digital, gadgets, viagem, wnews | No CommentsHá cerca de um mês, enquanto esperava o início de uma palestra que eu queria fotografar no Consumer Electronics Show, descobri um fato trágico: minha lente mais cara, com pouco menos de um ano de uso, estava descascando na lateral! OK, não é tão trágico assim, mas, na hora, me deixou muito chateado. Ela não deveria ser uma lente profissional, de construção mais resistente que os modelos de plástico, baratinhos?
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Algumas novidades fotográficas da CES 2007
January 19, 2007 on 11:36 am | In ces, colunas, fotografia, fotografia-digital, gadgets, mercado, viagem, wireless, wnews | No CommentsNão há nada como uma semana em Las Vegas, no início do ano, para nos atualizarmos sobre os últimos e próximos lançamentos eletrônicos. De volta do Consumer Electronics Show e recuperado das mais de 30 horas entre um aeroporto e outro, chegou o momento de compartilhar com vocês o que se viu de novo por lá no mundo da fotografia digital . Não muito, infelizmente.
Apesar de seu gigantismo, o Consumer Electronics Show não é o melhor palco para câmeras digitais . Com o evento anual da Photo Marketing Association (PMA) programado para daqui a menos de dois meses, é natural que muitos fabricantes guardem seus lançamentos para a feira de fotografia, onde não terão que disputar a atenção do público e da imprensa com milhares de expositores de outros segmentos, vários com muito mais bala na agulha.
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Que os PDAs descansem em paz. O futuro é do smartphone
January 15, 2007 on 7:48 am | In GPS, celular, colunas, forumpcs, gadgets, mercado, viagem, wireless | No CommentsSou usuário de computadores de mão há bastante tempo. Tive um Jornada, da HP, na época em que eles se chamavam Handheld PCs e rodavam Windows CE 2.0. Depois tive um Palm IIIxe, um Vx, um iPaq, e um Toshiba e755. Apesar da variedade de modelos, no entanto, poucos foram os que usei regularmente. O mais comum era recorrer a eles apenas em viagens e para jogar durante aulas e reuniões chatas, mas na maior parte do tempo eles ficavam mesmo é encostados.
Na última destas viagens, sem nenhum PDA para levar, já que vendera o Toshiba quando comprei o notebook, decidi confiar neste último e me arrependi amargamente. Tirar o bicho da mochila e esperar ele ligar e carregar o programa era uma trabalheira bem maior do que sacar um Palm do bolso. Decidi, um tanto tardiamente, comprar um computador de mão novo. E que deveria ser um smartphone, já que estava mesmo querendo trocar meu celular pessoal.
Pesquisei os modelos mais falados e descartei logo os Treos, pois apesar de gostar do visual do 680, os dias que passei com um 650 num evento não me convenceram de sua utilidade. Aliás, omiti da lista lá do primeiro parágrafo o Treo 270 que usei durante uns meses e acabei passando adiante. Simpatizo com o mundo Palm como simpatizo com o do Linux, mas acho que me dou melhor com os PDAs baseados em Windows (CE, Mobile, whatever).
Considerei os Nokia (inclusive o E62 que a Elis avaliou), o Motorola “Q”, o Samsung Blackjack e outros igualmente elegantes, mas acabei optando por mais um iPaq, da HP, da mesma série que o Xandó testou recentemente. Alguns cliques na Amazon.com e, no dia seguinte, eu era o mais novo proprietário de um iPaq 6945. Não vou falar dele aqui porque o Xandó já o fez com bastante propriedade, mas afirmo que também aprovei o brinquedinho.
O fato de o aparelho ter WiFi e GPS (e rodar o PocketStreets, versão compacta do Microsoft Streets & Trips que já me havia guiado na viagem pelo Canadá) foram decisivos, principalmente para quem usa PDA principalmente quanto está viajando. O fato de poder comprá-lo desbloqueado, livre de compromissos com operadoras (que, estando nos Estados Unidos, eu nem poderia assumir), também.
O mais interessante dessa história é que, antes de encomendar na Amazon, eu bem que tentei encontrar um smartphone desbloqueado para comprar em algumas lojas físicas. Nas grandes lojas era impossível. Sem encontrar iPaqs nas vitrines das operadoras celulares, entretanto, decidi perguntar por Palms e afins a uma vendedora. Fiquei constrangido quando, depois de me questionar, espantada, se eu queria um PDA “sem celular”, ela pediu ajuda a um colega que me apontou dois míseros Palms – um TX e um LifeDrive – empoeirados na última prateleira de um cantinho da loja.
Naquele momento eu tive certeza da resposta para a pergunta que a Elis levantou aqui, há pouco mais de um ano, num texto que colocava em dúvida a sobrevida dos PDAs. Eles morreram mesmo. Estão acabados, escondidos nas prateleiras de baixo das BestBuys da vida, do mesmo jeito que os cartões CompactFlash cuja morte eu confirmei na viagem anterior. O mundo agora é dos smartphones, e o lançamento do iPhone só vai intensificar a tendência, já que daqui a um tempo, talvez nem os MP3 players possam se dar ao luxo de não serem celulares.
Pesquisando sobre o assunto, encontrei uns números interessantes, divulgados pelo IDC no fim do ano passado. No terceiro trimestre de 2006, o mercado europeu de computadores de mão cresceu 13%. A alta foi puxada pelos “dispositivos convergentes” (leia-se smartphones), cujas vendas cresceram 30%. Em compensação, os PDAs dedicados vinham caindo há um ano, e cada vez mais rápido. Recuaram 17% no último trimestre de 2005 e absurdos 60%, no terceiro de 2006. Que descansem em paz!
Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0
Linksys Travel Router WTR54GS: rede sem fio para viagem
December 21, 2006 on 2:30 pm | In review, teste, viagem, wireless, wnews | No CommentsHá cerca de um ano, testamos uma linha completa de produtos Wi-Fi, inclusive um access-point 802.11g daqueles mais tradicionais, com duas anteninhas. Agora, para fazer par com o novo notebook nas viagens de trabalho, fomos atrás de uma solução mais compacta: o “Travel Router” WTR54GS, da mesma Linksys.O pequeno roteador deve ter um quarto do tamanho dos tradicionais e vem num simpático estojinho preto, junto com um cabo de rede de perfil chato que fica todo enrolado, ocupando pouco espaço. Embora seja um pouco maior que produtos concorrentes, ele tem vantagem de não usar adaptador de força externo, pois um botão deslizante faz surgir os pinos que permitem ligá-lo direto na tomada. O lado ruim é que isso quase sempre nos obriga a deixá-lo debaixo da mesa.
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5000km de estrada e alguns de rio guiados por GPS
November 10, 2006 on 5:56 pm | In GPS, Uncategorized, colunas, forumpcs, georeferenciamento, viagem | No CommentsAlgumas semanas atrás, quando o Paulo relatou sua experiência com o Google Maps, tive vontade de emendar com uma coluna sobre minha viagem ao Canadá, já comentada brevemente aqui.
Passei quase um mês naquele imenso país no meio do ano e dirigi quase 5 mil quilomêtros, três deles na Costa Oeste, de Vancouver até as Montanhas Rochosas, e o resto na Leste, partindo de Toronto. Se alguém tiver curiosidade, pode conferir algumas fotos da aventura no meu 8P, o inovador serviço de fotologs da Globo.com (disclaimer: sim, agora eu trabalho lá).
Mas o objetivo desta coluna não é falar de turismo, e sim de tecnologia. Neste caso, a que me ajudou a enfrentar as estradas canadenses sem comprar um único mapa de papel. Antes da viagem, quase como o Paulo fez antes de ir para Miami, programei todas as rotas que faria no computador. Em vez do Google Maps, usei o Microsoft Streets & Trips. Não era uma versão original, mas como eu comprei a dita cuja, me declaro inocente da acusação de pirataria ![]()
A escolha do software tradicional em lugar do serviço online se deveu a uma questão prática: eu queria ter tudo armazenado localmente no notebook (momento de propaganda gratuita: aquele mesmo que estou vendendo lá nos classificados), para poder consultar no caminho, dentro do carro, sem conexão à internet. Mas não era só isso: no segundo dia da estadia em Vancouver, corri à Best Buy e comprei o Streets & Trips, na versão que vem com um receptor de GPS. Isso o Google Maps (ainda) não tem!

Esta versão me custou 150 dólares canadenses (cerca de US$ 135) – 100 a mais que a que não vem com o GPS – mas como a edição 2007 estava para sair, depois comecei a ver o pacote em oferta em outras lojas. Como o programa já estava instalado e configurado no notebook, com todos os destinos cadastrados, bastou plugar o acessório USB e aprender a usar. É tudo relativamente fácil, a não ser por alguns detalhes que demoramos a descobrir por conta própria, já que ninguém lê manuais mesmo.
O programa mostra sua posição no mapa com uma precisão espantosa e só perdeu o sinal quando passamos em alguns túneis subterrâneos, em Montreal. Tem um certo “delay”, mas logo nos acostumamos com ele e passamos a considerar as instruções com alguma antecedência. Instruções? Sim, pois o programa avisa, via sintetizador de voz, quando virar, por quantos quilômetros seguir e assim por diante. Na tela, ainda vemos a velocidade média do carro e uma bússola que indica a direção em que estamos seguindo.

O que, para mim, pareceu uma precisão absoluta, porém, está longe de ser suficiente para um outro usuário de GPS que conheci nos últimos dias da viagem. Durante um passeio de barco na região conhecida como “Mil Ilhas” (sim, o molho Thousand Islands foi inventado lá), reparei que o comandante da embarcação usava um programa semelhante ao meu para navegar no rio St. Lawrence.
Quando viu que eu estava interessado na tela de seu computador de bordo (que era um PC comum, sem nada de especial), o capitão – cujo nome eu nem me lembrei de perguntar – puxou assunto e trocamos algumas palavras sobre a tecnologia GPS. Eis que ele me mostra que, de acordo com o computador, nosso barco deveria estar em terra firme, encalhado na margem do rio. “Há um desvio de uns 20 metros”, disse.

OK, é notório que a precisão dos GPS civis não é tão grande assim, o que explicaria o erro. Surpreendente foi saber que não foi sempre assim. Segundo nosso capitão anônimo, antes dos atentados de 11 de setembro, dava para confiar quase cegamente no computador do barco. “Depois os americanos mandaram aumentar a margem de erro do sistema para evitar que terroristas o usassem para guiar bombas”. É uma bela teoria da conspiração. Mas será só uma teoria?

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0
Para os mochileiros high-tech
February 16, 2005 on 6:42 pm | In colunas, energia, forumpcs, gadgets, viagem, wireless | No CommentsAntes de mais nada, prometo que a próxima coluna tratará de um assunto menos chato que o gerenciamento de energia da nossa parafernália portátil. Só depois de começar a falar do assunto é que percebi quantos produtos precisaria citar, e aí não dava para desistir no meio. O fato é que, por menos glamouroso que seja, o assunto é importante. Tanto que até alguns grandes nomes do mercado de TI já têm produtos destinados a facilitar a vida de quem carrega muitos gadgets para cima e para baixo.
É o caso da linha TravelPower case, da APC, composta por cinco pastas e uma mochila. Os preços lá fora variam de US$ 100, pela pasta em couro sintético de 1000 polegadas cúbicas (16,4 litros), a US$ 180, a maleta com alça telescópica, rodinhas e capacidade de 1800 polegadas cúbicas (29,4 litros). Aqui no Brasil, estão disponíveis apenas três modelos: a pasta já citada, a pasta de nylon de 1300 polegadas cúbicas (21,3 litros) e a mochila, cuja capacidade é a maior de todas: 1900 polegadas cúbicas (31 litros). Os preços são, respectivamente, R$ 539, R$ 729 e R$ 709.


Todos os modelos vêm com um adaptador TravelPower que pode ser ligado em tomadas comuns, automóveis ou aviões (os três plugues são fornecidos) e tem uma saída para laptops (com voltagem ajustável entre 15V e 20V) e outra para dispositivos que possam ser carregados pela porta USB. Para a primeira são fornecidos nada menos que nove plugues diferentes, enquanto para a USB o kit traz um adaptador que permite a conexão de dois aparelhos simultaneamente. Só ficam faltando mesmo os cabos USB propriamente ditos, que devem ser adquiridos separadamente de acordo com a marca e modelo do celular, PDA ou equivalente que se deseje conectar. Se considerarmos que o TravelPower sozinho é vendido nos Estados Unidos por US$ 70, o preço do conjunto se torna bem mais convidativo.

Além do prático TravelPower, que pode substituir com vantagens pelo menos três adaptadores originais, as bolsas e mochilas da APC têm a seu favor o grande número de bolsos e divisórias (na mochila que avaliamos são mais de 20) – sem falar nos elásticos e orifícios que facilitam a organização dos fios e sua passagem de um compartimento para o outro. Em relação ao visual, a mochila TravelPower consegue ser moderna sem ser espalhafatosa (até a marca da APC foi bordada em preto, em vez do vermelho tradicional). Este tipo de cuidado é algo essencial em um produto destinado a profissionais que não fazem questão de chamar muita atenção, inclusive por questão de segurança.

Como se não bastasse ser prática e bonita, a mochila da APC também é bastante confortável: suas alças são bem acolchoadas e têm fechos no peito e na cintura, o que ajuda a distribuir o peso. Internamente, muitos dos compartimentos são acolchoados e alguns são de tela, para permitir a visão do seu conteúdo. Existe até uma espécie de nécessaire removível, presa por velcro, e um portá-óculos com proteção rígida. Para completar, um cadeado de segredo Kryptonite, que só não é mais útil porque se você guardar um notebook, um PDA e um celular na mochila, não vai querer deixá-la solta por aí nem estando trancada!

Coluna originalmente publicada no Fórum PCs sob licença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Não a obras derivadas 2.0
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